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Certificado Digital para Assinatura e Sigilo, Certificado de Atributo, Carimbo do Tempo, Documentos Eletrônicos, Processos Eletrônicos, Nota Fical Eletrônica, TV Digital, Smart Card, Token, Assinador de Documento, Gerenciador de Identidades etc..

Este Blog publica matérias e artigos extraídos da mídia que expressam a opinião dos respectivos autores e artigos escritos por mim que expressam, exclusivamente, minha opinião pessoal sem vínculo a nenhuma organização.

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

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Participe do Grupo Certificação Digital


Em  dezembro foi criado o grupo Certificação Digital no Linkedin.

Participe enviando notícias e seus comentários sobre Certificação Digital e Documentos Eletrônicos. 

Este grupo é uma iniciativa pessoal sem vínculo a nenhuma organização comercial.

É aberto a todos que se interessem na divulgação de matérias relacionadas à Certificação Digital, Documentos Eletrônicos, Certificado Digital para Assinatura e Sigilo, Certificado de Atributo, Carimbo do Tempo, Processos Eletrônicos, Nota Fical Eletrônica, TV Digital ... 

É bem vinda e estimulada a participação de Autoridades Certificadoras e Autoridades de Registro de todas as hierarquias no âmbito da ICP Brasil e das hierarquias internacionais, consultores de TI, fornecedores de hardware e empresas que ofertem soluções com uso de certificados digitais.

É um espaço livre para publicações de artigos, divulgação de eventos, livros, treinamentos e novos produtos e serviços, porém o conteúdo deve ser informativo e não comercial.

Divulgue e participe!    


Regina Tupinambá

Este grupo publicará matérias e artigos extraídos da mídia que expressam a opinião dos respectivos autores e artigos escritos por mim que expressam, exclusivamente, minha opinião pessoal sem vínculo a nenhuma organização.


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Penalizar as empresas por vazamentos de dados pode ser mais nocivo do que benéfico

Especialistas divergem se as multas aplicadas a empresas com bases de dados de clientes, por roubo ou vazamento desses dados, protegem realmente o consumidor.

Redação da CIO  Publicada 05/05/2011
 

Nos Estados Unidos, à medida que várias multas começam a ser cobradas contra as organizações já atacadas ou com empregados que violaram políticas de privacidade de dados, alguns especialistas sobre a matéria questionam-se sobre se o governo não estará penalizando uma das vítimas dos crimes – em vez de mitigar riscos de roubo de identidade e de dados, objetivo maios da implantação das leis.

A prática começa a preocupar também as empresas brasileiras, em função da iniciativa do ministério da Justiça de criação de uma Lei para Proteção de Dados Pessoais. Nos últimos meses, a sociedade brasileira teve a oportunidade de debater o texto do projeto de lei que será submetido ao Congresso. Entre os pontos cobertos pela Lei estarão o monitoramento online, a interconexão entre os bancos de dados, o papel e a competência da “autoridade de garantia”, das propostas para fiscalizar e regulamentar as atividades relacionadas à coleta, tratamento e armazenamento de dados pessoais, bem como requisitos para a coleta, gestão e segurança no tratamento dos dados pessoais.

A proposta de formalizar um marco regulatório para a proteção de dados pessoais, sobretudo na Internet, apoia-se em experiências internacionais da União Européia, dos EUA e alguns países da América Latina, que já possuem legislação específica sobre o tema. Ademais, acompanha a movimentação legislativa recente para instituir um Marco Civil da Internet no país.

Vejamos alguns exemplos práticos do que poderá ocorrer aqui. Considere-se a acão da Procuradoria-Geral do estado de Massachusetts contra o dono do restaurante da cadeia Briar Group. Algumas semanas atrás, o procurador-geral anunciou ter fechado um acordo com a organização, levando-a a pagar 110 mil dólares em multas.

O acordo decorre de alegações de que a cadeia de restaurantes não protegeu adequadamente os dados de pagamentos feitos por clientes após uma aplicação nociva ter sido instalada nos seus sistemas. O malware esteve instalado na rede de Abril a Dezembro de 2009.

O grupo é acusado de não alterar as informações de autenticação dos funcionários e continuar aceitando cartões de crédito e de débito, mesmo depois de descobrir a vulnerabilidade, explicou o Procurador-Geral do Massachusetts. Os queixosos também acusam a cadeia de negligência quanto à segurança dos meios de acesso remoto e das redes sem fios.

Não são práticas de segurança que mereçam aplauso. No entanto, especialistas afirmam – devido ao elevado estado de insegurança de aplicações e sistemas de TI – que as empresas podem ter todas as tecnologias de segurança adequadas, políticas e procedimentos em vigor, e ainda acabar processadas. “Essas leis sobre notificação de violações de bases de dados não tinham a intenção de definir normas de prevenção “, diz Mark Rasch, director da consultora de segurança informática e protecção da privacidade Computer Sciences Corporation.

“Destinavam-se a ajudar os consumidores cujos dados foram roubados e para evitar o roubo de dados de identidade”, explica. “O fato é que as empresas podem fazer tudo bem e terem as suas infraestruturas violadas, e podem prescindir de tomar medidas e não sofrer qualquer violação reconhecível”, acrescenta.

O director-executivo da Enloe Medical Center (Califórnia), Mike Wiltermood, concorda. A Enloe decidiu lutar contra a aplicação de uma multa a que foi sujeita no ano passado, depois de ter informado as autoridades sobre a descoberta de que os registos médicos de um paciente foram indevidamente acedidos em várias instâncias.

O centro médico diz que descobriu as violações através das suas próprias ações de monitoramento e investigação. O resultado? O Departamento de Saúde Pública da Califórnia (CDPH) optou por multar a Enloe. O centro médico achou que as ações do Estado não tinham justificativa.

“O Enloe Medical Center vai além das exigências da lei para proteger a privacidade dos pacientes, razão pela qual fomos capazes de detectar o vazamento”, diz Wiltermood num comunicado. “Da nossa perspectiva, a detecção precoce da violação de privacidade das informações do paciente, juntamente com as nossas medidas de precaução de longa data e os processos de garantia de privacidade, não foram tidos em consideração, como a lei prevê quando a CDPH optou por aplicar a multa de 130 mil dólares “, argumenta Wiltermood.

“Se o objetivo dos reguladores aqui é aumentar a divulgação de vazamentos, falharam, e se é elevar a segurança, também falharam”, diz Pete Lindstrom, diretor de investigação da Spire Security. “A lição para outras organizações é que mais vale esconder os seus incidentes”, diz ele.

Fonte: Revista CIO

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Fraude bancária preocupa brasileiros



POR CAMILA FUSCO
FOLHA DE SÃO PAULO
Na esteira da preocupação global sobre perda de dados agravada pelo caso envolvendo a Sony, uma pesquisa feita no Brasil revela que a população nacional está muito preocupada com suas informações pessoais. 

Segundo o levantamento Security Index, produzido pela empresa de tecnologia Unisys e que apura os principais temores das populações sobre segurança, ter os dados bancários roubados é atualmente a maior preocupação dos brasileiros em relação às suas finanças. 

Da base de 1.509 pessoas entrevistadas entre 18 e 65 anos, 86% temem ter os dados de cartões de crédito ou de débito roubados. 

O medo é maior entre a população com menor escolaridade --beirando os 90%--, mas fica em torno de 81% mesmo entre aqueles com ensino superior. 

"Os bancos têm hoje um dos melhores índices de governança do mundo, mas em geral, pelo fato de o usuário não se proteger devidamente, a preocupação recai sobre todo o sistema", afirma Almir Alves, professor da FIAP. 

Para André Vilela, da Unisys, porém, a interpretação é diferente.
"Quando se começa a impor mecanismos de segurança entre as instituições bancárias, as pessoas ficam em alerta do próprio risco", diz. 


Editoria de Arte/Folhapress

Entre a lista de preocupações, aparece também saúde pública, como epidemias e surtos de doenças (citados por 79% da base). Essa variável, segundo Vilela, tende a aumentar quando existem ocorrências como as da gripe suína, que deixaram a população mundial em alerta. 

Na terceira colocação, citada por 77% da população aparece o temor de roubo de dados pessoais, como documentos de identidade e CPF, que podem servir de base para outros tipos de fraude. 

MEIOS DIGITAIS
 
Apesar do temor de fraudes, os brasileiros abraçaram de vez os meios digitais para transações bancDe acordo com a pesquisa que será apresentada hoje pela Febraban no Ciab, evento de tecnologia da entidade, cerca de 55% das 56 bilhões de transações em 2010 são feitas eletronicamente.
Entre os canais usados, os caixas automáticos atingiram 32%, com 17,8 bilhões de transações. A internet atingiu 22,9%, ou 12,8 bilhões. 

O serviço online cresceu 27,4%, ante 12,5% dos caixas eletrônicos. As agências representaram apenas 9% do total.

Fonte: FOLHA.COM  04/05/2011 - 07h15

Balanço da evolução do mercado português de certificação digital

Com uma forte aposta na área da certificação digital a Multicert tem ao longo dos últimos anos participado em vários projectos nesta área, mas também diversificando o negócio para novas áreas.

José Pina Miranda, director-geral, faz um balanço da evolução do mercado português de certificação digital que, na sua opinião, tem evoluído favoravelmente, até beneficiando do impacto de projectos como o Cartão de Cidadão, embora continue muito pequeno.

Pina Miranda Multicert
José Pina Miranda

O responsável também partilha detalhes sobre alguns dos projectos em que a empresa se tem envolvido, nomeadamente a nível europeu mas também a nível nacional.




TeK: Como tem evoluído a certificação digital no mercado português e a adopção deste tipo de mecanismos pelas empresas?
 
José Pina Miranda: A certificação digital está a evoluir positivamente, embora o mercado ainda seja muito pequeno. Nos últimos anos a Multicert, enquanto única Entidade de Certificação Portuguesa credenciada de acordo com a legislação nacional e europeia, tem assistido à adopção gradual dos certificados digitais (em especial dos certificados qualificados e certificados avançados) pelas empresas, quer para desmaterialização de processos internos como para responder a necessidades de parceiros, mercado ou legislador.

TeK: O mecanismo de assinatura digital introduzido com o Cartão de Cidadão já está a ter impacto no mercado, ou continua a ser uma opção pouco usada?

José Pina Miranda:
Está a ter um profundo impacto no mercado, por dois motivos. Primeiro, porque a simples introdução do mecanismo de assinatura digital no Cartão de Cidadão (CC), deu uma maior visibilidade a uma tecnologia pouco conhecida da grande maioria dos cidadãos e empresas, "alertando-as" para a possibilidade de desmaterialização segura de processos e documentos (visto que o mecanismo de assinatura digital identifica inequivocamente a autoria do documento, comprova o assentimento do(s) signatário(s) às declarações de vontade constantes do documento e, comprova que o documento não foi alterado após a aposição da assinatura). 

Segundo, porque várias entidades da Administração Publica desmaterializaram (e muitas das vezes simplificaram) os processos existentes, permitindo que fossem efectuados e finalizados via Web, desde que os cidadãos ou empresas se autenticassem com certificado digital qualificado, o que levou à sua adopção por cidadãos e (em especial por) empresas.

TeK: Que apostas centram a actividade da Multicert este ano. Há novos projectos na calha?
 
José Pina Miranda:  Na Multicert há sempre novos projectos na calha, embora nem todos possam ser revelados antes de estarem mais perto do seu fim. Entre os últimos em que participámos e cujos benefícios irão começar a fazer-se sentir este ano, destaco o STORK (Secure Identity Across Borders Linked) e e-Mandates. 

O STORK é um projecto formado por 29 parceiros oriundos de 15 países europeus, compostos por organismos governamentais, privados, académicos e de I&D que visa a obtenção do reconhecimento pan-europeu em relação a documentos de identidade electrónica. Os resultados deste projecto permitirão desmaterializar serviços existentes (ou disponibilizar novos serviços online) e oferecê-los a clientes de todos os países europeus, garantindo todos os aspectos de segurança baseado nos documentos de identidade electrónica (por exemplo, o Cartão de Cidadão, para clientes portugueses). 

O projecto e-Mandates foi promovido pelo European Payments Council (EPC) e teve como objectivo a definição de um modelo de operação e implementação para um serviço de autorizações de débitos directos a funcionar no ambiente Single Euro Payments Area (SEPA). 

A Multicert, contratada para assessoria especializada pela SIBS, teve a seu cargo a especificação do modelo de funcionamento e os requisitos de implementação a adoptar pelos Bancos europeus aderentes, credores, fornecedores de serviços de encaminhamento, fornecedores de serviços bancários de directoria e Entidades de Certificação. Adicionalmente, a Multicert implementou (em parceria com a SIBS) o primeiro software de e-Mandates, estando neste momento a iniciar a sua comercialização internacional.

Fonte: SAPO TEK

O que é Conectividade Social - CertDicas

O que é Conectividade Social?


Conectividade Social é um canal eletrônico de relacionamento. É moderno, ágil e seguro, facilmente adaptável ao ambiente de trabalho das empresas ou escritórios de contabilidade que desejam cumprir suas obrigações em relação ao FGTS.

Atualmente, o canal eletrônico permite a transmissão do arquivo do Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (SEFIP), bem como a operação de toda a sistemática CAIXA PIS/Empresa. É possível, ainda, visualizar e imprimir o relatório de Informação de Saldo (IS), por meio do Visualizador de Relatórios.
A quem se destina

Às empresas e escritórios de contabilidade. 

Como utilizá-lo
O uso do canal Conectividade Social é obrigatório para transmissão do arquivo SEFIP e requer a certificação digital da empresa que o utiliza.

  • Inicialmente, baixe o programa de pré-certificação (PRE-CERT_MULTI.EXE), disponível no link "documentos disponíveis para download". 
  • Em seguida, instale-o e preencha as informações requeridas. O próximo passo é procurar uma agência da CAIXA portando originais e cópias simples ou autenticadas da documentação listada abaixo para requisitar o certificado eletrônico:
  • Ato constitutivo da empresa e todas as suas alterações;
  • RG e CPF do representante;
  • Arquivo gerado pelo programa de certificação contendo os dados da empresa.

    Para garantir a sua segurança, o uso do Conectividade Social está associado a um sistema de identificação com duas chaves: uma pública (o certificado eletrônico) e uma privada, que você mesmo cadastra para a sua empresa.
Para obter mais informações ou esclarecer outras dúvidas, há uma Central de Atendimento: 0800 726 0104. Horádio de atendimento: segunda a sexta das 7h às 20h, sábados das 07h às 13h.

 Benefícios
  • Simplifica o processo de recolhimento do FGTS;
  • Reduz custos operacionais;
  • Disponibiliza um canal direto de comunicação com a CAIXA, agente operador do FGTS;
  • Aumenta a comodidade, segurança e o sigilo das transações com o FGTS;
  • Reduz a ocorrência de inconsistências e a necessidade de regularizações futuras;
  • Aumenta a proteção da empresa contra irregularidades;
  • Facilita o cumprimento das obrigações da empresa relativas ao FGTS e à Previdência Social.
Utilização por escritórios de contabilidade Os escritórios de contabilidade que efetuam recolhimentos e prestam informações ao FGTS e INSS em nome de seus clientes também podem utilizar o Conectividade Social para este fim. Basta que o cliente gere, pela internet, uma procuração eletrônica. Caso seja necessário trocar de contador, é só revogar a procuração eletrônica anterior e conferi-la ao novo contador, tudo pela internet e sem complicações. 

O que é Conectividade ICP?  
Uma nova versão do canal eletrônico Conectividade Social para aqueles que possuem certificação digital ICP-Brasil. O canal passa a ser 100% web e traz diversas facilidades em relação à versão que utiliza o certificado em disquete. Além das transações da "Conexão Segura", também é possível enviar arquivos SEFIP, GRRF e receber relatórios na caixa postal da empresa 

Como utilizá-lo  
Acesse o link Conectividade Social ICP - Na coluna "Serviços On-line", no canto superior direito desta página, com o certificado digital e senha ICP da empresa. 

Em caso de dúvidas acesse o guia de Orientações ao Usuário e saiba como utilizar todos os benefícios disponíveis. O novo canal conta com as mesmas transações já utilizadas no Conectividade Social e outras novas.
Versão Beta

A versão beta pode ser utilizada por empresas ou escritório de contabilidade. No caso dos escritórios de contabilidade, leia com bastante atenção o capítulo Procuração Eletrônica das Orientações ao Usuário.

Caso o usuário encontre alguma dificuldade no acesso ou uso do novo canal, mesmo após a leitura das Orientações ao Usuário, recomenda-se a leitura da tabela Erro-Ação.

 Fonte: CAIXA

Perguntas Frequentes








Novo RG deve começar a ser expedido em julho

Governo avalia se cobrará quarenta reais por novo documento

O novo Registro de Identidade Civil (RIC), documento que gradativamente substituirá as atuais cédulas do RG, deve começar a ser expedido em julho para cerca de 50.000 pessoas em Brasília, Salvador e Rio de Janeiro.

O novo registro foi lançado no final de 2010 e deveria ser implantado em janeiro, para um número maior de pessoas e abrangendo outros estados.

No entanto, um problema com os dados enviados pelos estados impossibilitou a implantação do projeto no começo do ano, segundo informações do diretor do Instituto Nacional de Identificação (INI), Marcos Elias de Araújo.

Entre os problemas apresentados estava a foto do cidadão. No novo padrão, o brasileiro não poderá ter uma foto em que aparece de óculos. "Muitos documentos enviados apresentavam fotos com as pessoas com óculos e não tiveram condições de serem usados", explica Araújo. A perspectiva é que a troca de todos os atuais documentos seja feita num prazo de nove anos.

A mudança da identidade, que também modificará o número atual do RG, de acordo com Araújo, teve como objetivo aumentar a segurança do documento.

O RIC possui um chip para armazenar informações, dezessete itens de segurança, e foi projetado para impedir fraudes. Além disso, ele deve facilitar a vida dos cidadãos na obtenção de benefícios sociais e em contratos privados, como abertura de contas e operações bancárias, reduzindo a possibilidade de erros e prejuízos.

Além disso, o chip permite a reunião de vários documentos, como o CPF, identidade, título de eleitor e programa de integração social (PIS) em um só. Por conta desta tecnologia, o novo cartão tem um custo para o governo federal de aproximadamente quarenta reais. De acordo com Araújo, ainda não existe uma definição do comitê gestor que organiza a mudança do documento sobre a cobrança do cartão do cidadão. Quando o projeto da nova identidade foi divulgado, no fim do ano passado, a emissão do documento, feita pela Casa da Moeda do Brasil, seria gratuita e bancada pelo Ministério da Justiça.

Com o RIC, cada pessoa passa a ser identificada por um único número em nível nacional, vinculado diretamente às impressões digitais e registrado num chip presente no cartão do RIC. Segundo o governo, isso evitará que uma mesma pessoa seja identificada por mais de um número de registro em diferentes estados, ou que o cidadão seja confundido com uma pessoa do mesmo nome.

O chip contido no RIC reunirá informações como gênero, nacionalidade, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, órgão emissor, local de expedição, data de expedição e data de validade do cartão, além de informações referentes a outros documentos, como título de eleitor e CPF.

(Com Agência Estado)
03/05/2011

Penalizar empresas por vazamentos de dados é polêmica entre especialistas


Especialistas divergem se as multas aplicadas a empresas com bases de dados de clientes, por roubo ou vazamento de dados, protegem realmente o consumidor.

Por Redação da CIO
Publicada em 04 de maio de 2011 às 07h00Share




Nos Estados Unidos, à medida que várias multas começam a ser cobradas contra as organizações já atacadas ou com empregados que violaram políticas de privacidade de dados, alguns especialistas sobre a matéria questionam-se sobre se o governo não estará penalizando uma das vítimas dos crimes – em vez de mitigar riscos de roubo de identidade e de dados, objetivo maios da implantação das leis.

A prática começa a preocupar também as empresas brasileiras, em função da iniciativa do ministério da Justiça de criação de uma Lei para Proteção de Dados Pessoais. Nos últimos meses, a sociedade brasileira teve a oportunidade de debater o texto do projeto de lei que será submetido ao Congresso. Entre os pontos cobertos pela Lei estarão o monitoramento online, a interconexão entre os bancos de dados, o papel e a competência da “autoridade de garantia”, das propostas para fiscalizar e regulamentar as atividades relacionadas à coleta, tratamento e armazenamento de dados pessoais, bem como requisitos para a coleta, gestão e segurança no tratamento dos dados pessoais.

A proposta de formalizar um marco regulatório para a proteção de dados pessoais, sobretudo na Internet, apoia-se em experiências internacionais da União Européia, dos EUA e alguns países da América Latina, que já possuem legislação específica sobre o tema. Ademais, acompanha a movimentação legislativa recente para instituir um Marco Civil da Internet no país.

Vejamos alguns exemplos práticos do que poderá ocorrer aqui. Considere-se a acão da Procuradoria-Geral do estado de Massachusetts contra o dono do restaurante da cadeia Briar Group. Algumas semanas atrás, o procurador-geral anunciou ter fechado um acordo com a organização, levando-a a pagar 110 mil dólares em multas.

O acordo decorre de alegações de que a cadeia de restaurantes não protegeu adequadamente os dados de pagamentos feitos por clientes após uma aplicação nociva ter sido instalada nos seus sistemas. O malware esteve instalado na rede de Abril a Dezembro de 2009.

O grupo é acusado de não alterar as informações de autenticação dos funcionários e continuar aceitando cartões de crédito e de débito, mesmo depois de descobrir a vulnerabilidade, explicou o Procurador-Geral do Massachusetts. Os queixosos também acusam a cadeia de negligência quanto à segurança dos meios de acesso remoto e das redes sem fios.

Não são práticas de segurança que mereçam aplauso. No entanto, especialistas afirmam – devido ao elevado estado de insegurança de aplicações e sistemas de TI – que as empresas podem ter todas as tecnologias de segurança adequadas, políticas e procedimentos em vigor, e ainda acabar processadas. “Essas leis sobre notificação de violações de bases de dados não tinham a intenção de definir normas de prevenção “, diz Mark Rasch, director da consultora de segurança informática e protecção da privacidade Computer Sciences Corporation.

“Destinavam-se a ajudar os consumidores cujos dados foram roubados e para evitar o roubo de dados de identidade”, explica. “O fato é que as empresas podem fazer tudo bem e terem as suas infraestruturas violadas, e podem prescindir de tomar medidas e não sofrer qualquer violação reconhecível”, acrescenta.

O director-executivo da Enloe Medical Center (Califórnia), Mike Wiltermood, concorda. A Enloe decidiu lutar contra a aplicação de uma multa a que foi sujeita no ano passado, depois de ter informado as autoridades sobre a descoberta de que os registos médicos de um paciente foram indevidamente acedidos em várias instâncias.

O centro médico diz que descobriu as violações através das suas próprias ações de monitoramento e investigação. O resultado? O Departamento de Saúde Pública da Califórnia (CDPH) optou por multar a Enloe. O centro médico achou que as ações do Estado não tinham justificativa.

“O Enloe Medical Center vai além das exigências da lei para proteger a privacidade dos pacientes, razão pela qual fomos capazes de detectar o vazamento”, diz Wiltermood num comunicado. “Da nossa perspectiva, a detecção precoce da violação de privacidade das informações do paciente, juntamente com as nossas medidas de precaução de longa data e os processos de garantia de privacidade, não foram tidos em consideração, como a lei prevê quando a CDPH optou por aplicar a multa de 130 mil dólares “, argumenta Wiltermood.

“Se o objetivo dos reguladores aqui é aumentar a divulgação de vazamentos, falharam, e se é elevar a segurança, também falharam”, diz Pete Lindstrom, diretor de investigação da Spire Security. “A lição para outras organizações é que mais vale esconder os seus incidentes”, diz ele.

Fonte:IDGNOW! 

Eu particularmente acredito que as empresas devam ser responsáveis pela guarda dos dados dos clientes e devem sim responder por isso.

Regina Tupinambá
Para operar na internet uma empresa deve estar preparada e utilizar processos e recursos tecnológicos  já disponíveis para segurança de suas informações, senão que continue vendendo no balcão. 

Acredito também que as autoridades governamentais deveriam exigir no mínimo a identificação inequívoca dos sites e criar mecanismo de auditoria em relação a segurança das informações.

Se não estiverem devidamente  em conformidade  com as normas de segurança, além de multa será que as empresas não deveriam ser suspensas  e seus sites retirados do ar até que a situação seja regularizada?

Do contrário o que os consumidores e usuários de serviços online devem fazer?

Esquecer a internet? Só fazer pagamentos em dinheiro? E quem não tem outra alternativa, pois suas informações estão sendo enviadas para sevidores online para cumprimento de alguma obrigatoriedade? Precisam torcer os dedos e fazer um pedido para que suas informações não sejam violadas?

Regina Tupinambá

Artigos escritos por mim  expressam, exclusivamente, minha opinião pessoal sem vínculo a nenhuma organização.

Leia também
Cristina De Luca Vazamento de informações pode custar US$ 2 bilhões à Sony http://folha.com/me911080 #folha
 

sexta-feira, 4 de março de 2011

Escrituração fiscal digital agora para PIS e Cofins - Guia Prático



Com a liberação do Programa Validador e Assinador (PVA) de Escrituração Fiscal Digital (EFD) de PIS e Cofins, os dois tributos passarão a ser registrados exclusivamente de forma eletrônica, conforme IN RFB 1.052/2010. 

O programa que atualmente está disponível no site da Receita Federal em versão de testes, deve ter sua versão final liberada ainda este mês.

Este novo modelo de EFD do PIS e Cofins padroniza a escrituração que já é feita para outros impostos, como o ICMS e o IPI, através do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) Fiscal.

A ferramenta irá validar e assinar a escrituração enviada digitalmente pelo contribuinte e o Serpro irá recepcionar, tratar e armazenar as informações para Receita Federal e estados.

Entre as vantagens estão a redução de custos com impressão de papéis, envio e armazenagem dos documentos. Tal processo pode também minimizar os erros de escrituração, padronizar a comunicação eletrônica entre as empresas e até gerar oportunidades de negócio para prestadores de serviços relacionados ao assunto.

A Receita Federal disponibilizou também um Guia Prático com orientações gerais para utilização e envio de arquivos através do PVA.

Para utilizar o programa é necessário que ele seja instalado em um computador que possua máquina virtual JAVA e é preciso ter certificação digital de segurança emitida por entidade credenciada de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil) para garantir a autoria da assinatura digital do documento.


Fonte: Mundo Digital, por Renata Gomes







terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Declaração anual de quitação de débitos pode ser enviada por e-mail

São Paulo, 14 de fevereiro de 2011 – Desde o ano passado todas as  empresas prestadoras de serviço, públicas ou privadas, estão  obrigadas a fornecer anualmente as declarações de quitação de débitos do exercício anterior a seus clientes.

A lei 12.007/09 assinada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva abrange as empresas mais presentes na vida do brasileiro, entre outras, bancos, fornecedoras de energia elétrica, água, gás, telefonia, planos médicos e escolas.

A medida proporciona benefícios aos consumidores uma vez que não terão que guardar inúmeras contas para evitar possíveis cobranças posteriores, além de poupar o acúmulo de papel desnecessário.

 Por outro lado, para as empresas representam um gasto adicional ao já custoso sistema de impressão e logística de suas comunicações. Tal custo pode ser atenuado caso as empresas efetuem a comunicação via e-mail.

Recentemente diversas empresas como Itaú, Zurich, e Marítima Seguros vêm enviando parte de suas comunicações oficiais via EMAIL COMPROVA, um serviço que garante a comprovação jurídica do envio e recebimento de e-mails.

A declaração enviada através do EMAIL COMPROVA recebe um "carimbo de  tempo", emitido pelo Observatório Nacional (ON), Órgão do Ministério de Ciência e Tecnologia, provedor da hora legal brasileira.

O "carimbo" é uma espécie de "protocolo oficial" que garante a integridade da mensagem e a hora oficial em que ela foi enviada.

O EMAIL COMPROVA é um produto de baixo custo se comparado aos meios tradicionais de envio de correspondências.

É ecologicamente correto não necessitando ser impresso. Ao tratar-se de documento eletrônico há maior facilidade e agilidade no envio e na guarda.

Fonte: Informações para imprensa – COMPROVA.COM
Guido Sarti 

Regina Tupinambá
Excelente, mas clientes e usuários das empresas e das concessionárias que não adotarem essa prática de envio com certificação digital e carimbo do tempo estarão sujeitos a ação de "phishing" é uma forma de fraude eletrônica, caracterizada por tentativas de adquirir dados pessoais, ao se fazer passar como uma uma empresa enviando uma comunicação eletrônica oficial. Isto ocorre de várias maneiras, principalmente por email, mensagem instantânea, SMS, dentre outros.

Então, na minha opinião, todas as concessionárias deveriam optar por enviar as declarações por e-mail, devem envia-las assinadas digitalmente com carimbo do tempo e obrigatoriamente devem fazer campanhas sobre com identificar as mensagens assinadas digitalmente, caso contrário os usuários ficaram confusos e serão alvos fáceis.

Em tempo: O mesmo deveria ocorrer com os Bancos. A Febraban deveria ditar a regra: Ou todos enviam  mensagens aos correntistas com assinatura digital e carimbo do tempo ou nenhum banco pode pode enviar mensagens por e-Mail com ou sem assinatura digital. Isso facilita a vida dos correntistas.

Regina Tupinambá

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O que é smart card e token? / CertDicas







São hardwares portáteis que funcionam como mídias armazenadoras. Em seus chips são armazenados os certificados digitais, as chaves privadas dos usuários. 

O acesso às informações neles contidas é feito por meio de uma senha pessoal, determinada pelo titular. 


O smart card assemelha-se a um cartão magnético, sendo necessário um aparelho leitor para seu funcionamento. 






Já o token assemelha-se a uma pequena chave que é colocada em uma entrada do computador.




Fonte: ITI

Leia O que é CertDicas

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Coisa da burocracia

Everardo Maciel, ex-
secretário da Receita Federal






Por: Everardo Maciel



A administração pública brasileira, ainda que não seja tida como paradigma internacional, logrou merecido prestígio, ao menos em algumas ilhas de excelência. Esta reputação vem sendo abalada por uma perversa combinação de patrimonialismo, fisiologismo, aparelhamento e corporativismo. Daí decorrem corrupção, perda de eficiência e burocratismo. É lastimável, por exemplo, o estado de “terra arrasada” nos Correios e na Infraero. Sem a mesma dimensão e não necessariamente pelas mesmas causas, há evidências de problemas na administração fiscal.

Hoje, no Brasil, qualquer investigação que envolva pessoas físicas depende de acessos por meio do CPF. De igual forma, os negócios entre particulares, desde os financeiros até os mercantis, recorrem àquele número para identificar os contratantes ou adquirentes. 

Há quinze anos, contudo, não era assim. O CPF estava totalmente poluído, porque jamais sofrera uma depuração a fim de eliminar erros de atribuição ou inscrições de falecidos e emigrantes. Pensar no recadastramento de todos os contribuintes seria uma tarefa desgastante, cara e de resultados duvidosos.

A solução desse problema consistiu em universalizar a exigência de declaração – inclusive em relação aos isentos e aos não-residentes – aos que pretendessem manter ativo o CPF, instituindo-se a declaração de isento, de caráter extremamente simples, de fácil e rápido preenchimento, que poderia ser transmitida pela internet, por telefone ou mediante boletos disponíveis em agências lotéricas (neste caso, a um custo irrisório de R$ 0,27).

Qualquer pessoa inscrita no CPF que, por dois anos consecutivos, não apresentasse declaração de renda ou de isento teria sua inscrição automaticamente cancelada. Caso um inscrito ativo não tivesse, por qualquer motivo, declarado, poderia restabelecer a inscrição por meio de uma nova declaração, com pagamento de multa (nos isentos, limitada a R$ 4,50). Tal modelo permitiu que fossem canceladas mais de 60 milhões de inscrições, depurando o cadastro e convertendo a inscrição no CPF, de fato, no número-chave para todas as transações no país.

Essa solução barata e eficiente agora corre perigo, pois a declaração de isentos foi extinta, ao que soube, por uma ininteligível limitação na capacidade de armazenamento de dados na Receita. Em consequência, teremos, em futuro próximo, novamente um CPF pouco confiável. 

Ainda que representem documentos com finalidades específicas, não há razão para que existam números distintos para CPF, título de eleitor, carteira de motorista e de identidade. Representam tão somente maior tempo e custo no trânsito de informações, sem falar na ampliação das possibilidades de fraude documental e cadastral.

O caso do número de inscrição no PIS e no Pasep assume contornos teratológicos. Não existem regras para concessão e muito menos de depuração no banco de dados. Não raro, pessoas sem nenhuma má-fé têm vários números de inscrição, tão somente porque a requisição era feita pelo empregador em cada contratação. A substituição desse número de inscrição pelo do CPF mereceria ser examinada, ao menos em nome da assepsia burocrática.

Números de inscrição de contribuintes em cadastros fiscais estaduais e municipais representam uma aberração que somente se explica por caprichos do corporativismo tupiniquim.

O vazamento de informações no âmbito da Receita inspirou soluções estapafúrdias, como a exigência de instrumento público específico na outorga de poderes a terceiros para tratar de matéria protegida por sigilo fiscal. É o que consta da MP nº 507, em tramitação no Congresso. Felizmente, ao menos em relação aos advogados, essa exigência foi afastada por força de liminar concedida pela Justiça Federal.

O recurso à certificação digital, que poderia se contrapor à impossibilidade de atendimento presencial nas unidades da Receita, é ainda caro, burocrático e com oferta limitada a um pequeno número de agentes certificadores.

A digitalização dos processos fiscais não prosperou, porque foi estruturada com base em software livre, cuja implementação termina sendo ruim e, paradoxalmente, cara.

O Banco Central do Brasil exige que os brasileiros declarem, sob pena de multa, seus ativos no exterior. São exatamente as mesmas informações prestadas à Receita, igualmente sob as penas da lei. Os objetivos dessas declarações são distintos. O Código Tributário Nacional, contudo, admite o intercâmbio de informações entre entidades administrativas. Por que, portanto, molestar o cidadão com tais obrigações? Exigência redundante de informações ao cidadão deveria ser tipificada como abuso de autoridade.

Esses exemplos de burocratismo e ineficiência pretendem mostrar que o tema é tão relevante que justificaria cogitar-se da criação de um Ministério da Desburocratização e Eficiência Administrativa. Afinal, seria acrescentar apenas mais um à vasta coleção de 37 ministérios. Além de cuidar de uma inesgotável tarefa, quem sabe ele não poderia recomendar, de pronto, a redução do número de ministérios?

Fonte: Brasilia em dia
Data de Publicação: 12 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Simples Nacional: Municípios têm até dia 11 para avaliar CNPJ | geral - Fátima News

Os municípios devem efetuar a avaliação e o envio da relação de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) até sexta-feira (11).

Na avaliação, os entes devem verificar se há pendências cadastrais e débitos fiscais de contribuintes cuja exigibilidade não esteja suspensa.

Gestores devem ficar atentos, ainda, se as atividades dos contribuintes permitem o ingresso ao Simples.

A CNM (Confederação Nacional de Municípios) alerta: a não transmissão de arquivo pelo Município até 11 de fevereiro de 2011, pressupõe ausência de pendências em relação ao respectivo ente.

CNPJ

A RFB (Receita Federal do Brasil) dispõe do arquivo com a data de geração de 04 de fevereiro de 2011, no formato aaaammdd. Esse arquivo com a relação de todos os CNPJ cuja opção não foi deferida devido à pendência informada pelo respectivo ente está disponível no portal do Simples Nacional, na pasta chamada Pendentes 2011, do aplicativo Transferência de Arquivos - QWARE. Para acessar os dados é necessário possuir certificado digital.

A transmissão do arquivo é feita por meio do PGD (Programa Gerador de Declarações), disponível no portal do Simples Nacional.

Para o envio é necessário instalar a versão atual do Receitanet e utilizar a certificação digital e-CPF. A declaração é retificadora e exige o número de recibo do último arquivo enviado pelo ente.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Assinatura eletrônica pelo celular


Ittru gerar e verifica assinatura eletrônica pelo celular 

O Ittru é um software para celulares que cria assinaturas eletrônicas remotamente, apoiando processos que necessitem da garantia de confiabilidade. Automatiza a gestão do ciclo de vida da assinatura, bem como o compartilhamento seguro de documentos.

Com Ittru conseguimos resolver os problemas que a tecnologia de Certificação Digital vem enfrentando: Dificuldade de adoção, de instalação e de integração.

Quando o usuário tem o certificado digital, estabelece sua conta no software e importa o certificado para o computador e o telefone celular (via conexão USB).

E toda vez que criar um documento no programa, ele receberá um código para autenticação que deverá ser digitado no Ittru do celular, após deve-se clicar na opção "Assinar", caso o documento apareça no celular exatamente como está no PC.

Assim, o documento no computador é devidamente certificado e poderá ser enviado com segurança para as transações em que for necessário.

O programa oferece facilidades para interação com todos os tipos de mídia, como outdoors, televisão, rádio, revistas impressas, jornais ou qualquer outro veículo de informações.

O Ittru é software livre, com licença Affero GPL 3, que sujeita ao compartilhamento do programa e das eventuais adaptações feitas nele.

Ittru é completamente baseado na linguagem de programação Java e pode ser usado em qualquer sistema operacional que suporte Java.

Trabalha em Windows, Mac e Linux. Além de plataformas web.

Fonte: http://www.fhaznew.com

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Novo presidente do TJMS, Luiz Carlos Santini traça objetivos


Luiz Carlos Santini
 "É extremamente importante que os advogados, operários do direito que são e, portanto, auxiliares do Poder Judiciário, obtenham a sua certificação digital, pois é intenção da nova Administração aumentar o número de varas com processos virtuais e, se possível, estender tal benefício tecnológico a todas as varas."


Com a experiência de quem atua na magistratura desde o ano de 1977, quando ingressou como Juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Comarca de Aparecida do Taboado, o desembargador destaca em entrevista as expectativas e objetivos para o TJMS no próximo biênio.

Acompanhe abaixo a íntegra da entrevista concedida pelo próximo presidente do TJMS, Des. Luiz Carlos Santini, que estará à frente do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul a partir do dia 1º de fevereiro.

O Senhor será o 18º Presidente que assume a presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Qual a expectativa para o cargo?

Como décimo oitavo presidente do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul, a minha expectativa para o cargo é poder continuar o trabalho realizado pelas administrações anteriores, tudo no sentido de manter o nome do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul com o mesmo prestígio que teve desde a sua instalação em 1979. A estrutura administrativa é aquela que responde adequadamente às finalidades da existência do Poder Judiciário, ou seja, o atendimento ao jurisdicionado com eficácia e, para tanto, utilizando-me dessa estrutura tentarei tornar mais céleres as ações do próprio Poder.

Em dezembro o Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul passou por uma inspeção do CNJ e o relatório será divulgado em breve. O que o senhor espera do resultado dessa inspeção?


O CNJ deverá efetuar o relatório da inspeção realizada neste Tribunal, aliás, inspeção realizada em todo o Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul e eu espero, como é a realidade fática deste Poder, o resultado da inspeção com tranquilidade, pois ela demonstrará a existência de boas práticas neste Poder.

Como o Senhor vê a atuação do Conselho Nacional de Justiça?

O Conselho Nacional de Justiça, criado pelo Poder Constituinte Derivado, possui competência constitucional para organizar melhor o funcionamento do Poder Judiciário da Nação brasileira, atuando na parte administrativa e, nessa atuação, é que eu vejo com bons olhos o Conselho Nacional de Justiça.

2010 foi um ano difícil para o Judiciário sul-mato-grossense com queda na arrecadação e consequentemente redução no repasse. Apesar do aumento do duodécimo para 6,85%, como o Senhor espera solucionar o problema orçamentário?

Realmente a crise internacional repercutiu na atividade econômica do Estado, ocasionando uma queda brusca na arrecadação dos tributos estaduais e, consequentemente, uma redução do repasse aos Poderes, principalmente ao Poder Judiciário. A diminuição do repasse foi administrada com competência pelas administrações anteriores à minha, de sorte que, apesar do aumento do duodécimo para 6,8% espero aproveitar as lições das administrações passadas referente à crise para, sem prejuízo às atividades fins do Poder Judiciário, conseguir continuar equacionando o problema financeiro e, ao mesmo tempo, aumentar a eficácia e a presteza dos serviços judiciários, com os olhos voltados também para melhor qualidade do local de trabalho e remuneração mais justa para os servidores, tudo dentro do possível apresentado pelo orçamento.

Em 2010 a atual administração concentrou o expediente forense das 12 às 19 horas para tentar solucionar o problema financeiro. O senhor pretende manter a redução do horário?

Consoante elementos que me foram fornecidos, o trabalho da atual Administração concentrando o expediente forense deu como resultado um aumento na produtividade, de sorte que a manutenção ou não da redução do horário é algo a ser examinado com cautela, mas desde já pretendendo estabelecer um plantão no período matutino para atendimento dos advogados.

Uma das maiores reclamações da OAB/MS é a falta de juízes em algumas comarcas. Existe um concurso em andamento. O senhor pretende abrir novos concursos para a magistratura?

A OAB tem razão em reclamar quanto à falta de juízes em algumas comarcas, mas posso esclarecer que há um concurso em andamento, o qual pretendo levar ao seu final e, se necessário e houver disponibilidade financeira, determinar a abertura de novo concurso.

Está em andamento um concurso para servidores do Poder Judiciário que foi prorrogado por mais um ano. Um dos motivos para a não contratação foi a falta de recursos financeiros. Existe uma possibilidade de os candidatos serem chamados?

Há nas comarcas falta de funcionários, ou seja, há cargos vagos e há a necessidade de novos cargos, de modo que tentaremos preenchê-los conforme as prioridades para manter o trabalho de forma ágil e eficaz.

A certificação digital continua em curso, após quase 10 anos da MP 2.200-2, e contará com um “aliado” de peso para sua massificação: o Registro de Identidade Civil (RIC), regulamentado pelo o Decreto 7.166, publicado em maio. O passaporte com chip também começou a ser testado este ano. Em MS, o Poder Judiciário vem tentando desde 2009 tornar o uso do certificado digital obrigatório em todos os processos digitais, mas está enfrentando dificuldades com os advogados que ainda não possuem o certificado. O prazo para essa obrigatoriedade começa agora em março. Esse prazo será mantido?

É extremamente importante que os advogados, operários do direito que são e, portanto, auxiliares do Poder Judiciário, obtenham a sua certificação digital, pois é intenção da nova Administração aumentar o número de varas com processos virtuais e, se possível, estender tal benefício tecnológico a todas as varas. Por tal razão, conclamo os advogados a obterem a certificação digital para poderem representar nessas novas varas, pois o processo virtual, além de ser mais ágil, é bem mais econômico ao Estado do que o processo físico. Com relação à manutenção do prazo para a obrigatoriedade da certificação, devo tomar ciência da realidade do nosso Estado para, então, manifestar-me sobre o prazo em que todos os profissionais deverão tê-la.

Em razão do incontestável excesso de demandas e da consequente morosidade do Poder Judiciário em suas respectivas soluções, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), vem, ultimamente, trabalhando arduamente em diversas campanhas de conciliação. Como o senhor vê a cultura da conciliação no judiciário?

No dia 13 de dezembro do ano passado, o CNJ promoveu uma reunião em Brasília na qual ficamos conhecendo as pesquisas realizadas sobre a morosidade da Justiça, bem como possíveis soluções. Uma das ações do CNJ para a solução desse problema é a campanha de conciliação, mas entendo que essa conciliação deve iniciar pelo próprio advogado que, procurado por um cidadão, tente com o advogado da outra parte resolver a questão particularmente.

Aliás, da leitura do Estatuto da Advocacia, Lei 8.906/94, principalmente o seu artigo 34, verifica-se que o advogado tem obrigação de efetuar aquele encontro conciliatório antes de propor ou contestar a ação, principalmente antes de contestar uma ação judicial. Manterei entendimento com a Ordem dos Advogados exatamente para tornar mais eficaz essa ação do profissional.

É importante frisar, por outro lado, que um dos maiores clientes do Poder Judiciário é o Poder Executivo, de forma que é necessário aqui uma conscientização no sentido de o Poder Executivo cumprir as leis e, em caso de contestação de algumas de suas decisões, resolver prontamente no âmbito administrativo, deixando ao Judiciário as questões que requeiram interpretação sobre a teleologia da Constituição e das leis.

A expectativa para o próximo ano é a primeira versão de um sistema nacional (Processo Judicial Eletrônico — PJe) capaz de rodar em qualquer tribunal, rumo à tramitação única em todo o Judiciário. O senhor acredita que este sistema pode dar certo?

Com relação ao Sistema Nacional de Processo Judicial Eletrônico sou meio cético em razão da própria peculiaridade da República brasileira que é uma Federação e, assim sendo, os Estados possuem autonomia e competência concorrente com a União para legislar sobre procedimento e matéria processual, artigo 24, inciso XI, da Constituição Federal, mas, de uma forma ou de outra, será importante discutirmos a ideia.

O que o jurisdicionado de Mato Grosso do Sul pode esperar do Poder Judiciário Estadual em 2011?

Os jurisdicionados de Mato Grosso do Sul podem esperar que a Administração do biênio 2011/2013 do Poder Judiciário do Estado tudo fará para agilizar a prestação jurisdicional, dar melhor conforto e trabalho aos servidores, sem aumentar os encargos que a população paga para a manutenção deste Poder Estatal, pois entendo que muitas vezes não há falta de recursos financeiros, mas uma aplicação inadequada deles. Assim agindo, a Administração deverá procurar os gargalos do andamento da sua ação jurisdicional e buscar a essência do problema, que não se resume tão somente na nomeação de novos juízes e contratação de novos funcionários ou criações ou elevações de comarca.



Na próxima terça-feira (1º/2), o Des. Luiz Carlos Santini assumirá o cargo de presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. A solenidade de posse será realizada às 17 horas, no Plenário do Tribunal Pleno do TJMS, quando também serão empossados os desembargadores Hildebrando Coelho Neto, na Vice-Presidência, e Atapoã da Costa Feliz, na Corregedoria-Geral de Justiça.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Espanha :: Serviços online para obter certidões mais rapidas

"Serviços online para ter certidões mais rapidamente"
Por Antónia Marques/ Lisboa/ Portugal
Data: 2011-01-25

O ministério da Justiça espanhol tem vindo a apostar na desmaterialização de procedimentos para tornar mais céleres e mais cómodos os serviços prestados aos cidadãos. Uma das vertentes desta iniciativa é a disponibilização de serviços online, que permitem efectuar o pedido de vários tipos de certidões.

Os mais recentes serviços disponibilizados online pelo ministério dizem respeito aos pedidos de registo criminal, de certidões de última vontade e de seguros de cobertura em caso de falecimento. O objectivo destes novos serviços é tornar mais rápida a entrega destes documentos, que, de acordo com o ministério, passará a ser feita em três dias, contra os oito a dez dias anteriores.

Em comunicado o ministério explica que esta medida terá um alcance significativo e um grande impacto no dia-a-dia das pessoas, uma vez que «nos últimos três anos o ministério da Justiça expediu mais de quatro milhões deste tipo de certificados».

«Estes novos serviços tornaram-se possíveis devido à interligação dos registos de vários departamentos governamentais (Ministério da Justiça, Ministério do Interior, Direcção-Geral da Polícia, Agência Tributária e Registo Civil Central)», refere o ministério, acrescentado que «graças a esta comunicação em tempo real, o sistema está preparado para validar em poucos segundos a identidade do solicitante que, assim que seja a paga a taxa devida, poderá remeter o seu pedido com um simples clique, sem sair de casa».

Autenticação electrónica


No que se refere às certidões de última vontade «não será necessário apresentar os dados referentes ao óbito quando o mesmo tiver ocorrido depois de 2 de Abril de 2009, uma vez que a partir dessa data os Registos Civis já estão informatizados».

Contudo, para o cidadão poder recorrer a estes serviços online, e por questões de segurança e de autenticação de identidade, terá que usar o Cartão Electrónico de Identificação (DNI) e os respectivos certificados digitais. Pode também ser usado outro sistema de assinatura electrónica, desde que reconhecido pela administração pública espanhola.

Assim que os certificados estiverem disponíveis os cidadãos são avisados por correio electrónico, podendo ir à página do ministério descarregar o mesmo e imprimi-lo, uma vez que estes documentos têm valor legal, possuindo um código de validação para o efeito.

Fonte: iGOV Central:

Texto original