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O objetivo desse Blog é apresentar essa fantástica e importante tecnologia, de forma simples, para que pessoas que não dominam aspectos técnicos também possam acompanhar a evolução da adoção da Certificação Digital e o universo que gira ao seu redor:

Certificado Digital para Assinatura e Sigilo, Certificado de Atributo, Carimbo do Tempo, Documentos Eletrônicos, Processos Eletrônicos, Nota Fical Eletrônica, TV Digital, Smart Card, Token, Assinador de Documento, Gerenciador de Identidades etc..

Este Blog publica matérias e artigos extraídos da mídia que expressam a opinião dos respectivos autores e artigos escritos por mim que expressam, exclusivamente, minha opinião pessoal sem vínculo a nenhuma organização.

Matérias organizadas por data de publicação

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Obrigatoriedade de emissão do CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico)


 


  CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico)




A partir de 1º de dezembro de 2012, estarão obrigados à emissão do CT-e os transportadores dos modais ferroviário, aéreo e dutoviário, além dos transportadores rodoviários relacionados no Anexo Único do Ajuste SINIEF 09/07 em substituição aos correspondentes modais e documentos fiscais indicados abaixo:


Modal do Conhecimento de Transporte Eletrônico:Em substituição aoà:
RodoviárioConhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8
AéreoConhecimento Aéreo, modelo 10
FerroviárioConhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11
FerroviárioNota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27
DutoviárioNota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em transporte de cargas

Esses contribuintes estarão automaticamente credenciados no ambiente de produção da SEFAZ às 0:00 do dia 1º de dezembro e, a partir de então:
a) deverão inutilizar os documentos fiscais substituídos não utilizados nos termos do artigo 9º da Portaria CAT 55/09, e

b) será impedida a concessão de AIDF para os modelos de documentos fiscais correspondentes aos modais sujeitos à obrigatoriedade.
Os contribuintes obrigados à emissão do CT-e que não se encontram com suas informações cadastrais atualizadas junto ao CADESP (notadamente quanto à sua CNAE) devem providenciar a regularização para poderem ser habilitados no sistema de credenciamento do CT-e.


Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas no endereço:https://www.fazenda.sp.gov.br/cte.
Fonte: SEFAZ-SP

O que é uma Autoridade Certificadora?

@iti_icpbrasil: O que é uma Autoridade Certificadora? http://t.co/9eHEWmjw

Como funciona

Como Funciona
 O que é  Estrutura  Legislação  Repositório  Comitê Gestor Conheça as Siglas

   Como funciona


AC - Raiz
A Autoridade Certificadora Raiz da ICP-Brasil é a primeira autoridade da cadeia de certificação. Executa as Políticas de Certificados e normas técnicas e operacionais aprovadas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil. Portanto, compete à AC-Raiz emitir, expedir, distribuir, revogar e gerenciar os certificados das autoridades certificadoras de nível imediatamente subseqüente ao seu.

A AC-Raiz também está encarregada de emitir a lista de certificados revogados e de fiscalizar e auditar as autoridades certificadoras, autoridades de registro e demais prestadores de serviço habilitados na ICP-Brasil. Além disso, verifica se as Autoridades Certificadoras - ACs estão atuando em conformidade com as diretrizes e normas técnicas estabelecidas pelo Comitê Gestor.

AC - Autoridade Certificadora 
Uma Autoridade Certificadora é uma entidade, pública ou privada, subordinada à hierarquia da ICP-Brasil, responsável por emitir, distribuir, renovar, revogar e gerenciar certificados digitais. Desempenha como função essencial a responsabilidade de verificar se o titular do certificado possui a chave privada que corresponde à chave pública que faz parte do certificado. Cria e assina digitalmente o certificado do assinante, onde o certificado emitido pela AC representa a declaração da identidade do titular, que possui um par único de chaves (pública/privada).

Cabe também à AC emitir listas de certificados revogados - LCR e manter registros de suas operações sempre obedecendo às práticas definidas na Declaração de Práticas de Certificação - DPC. Além de estabelecer e fazer cumprir, pelas Autoridades Registradoras a ela vinculadas, as políticas de segurança necessárias para garantir a autenticidade da identificação feita.

AR - Autoridade de Registro 
Entidade responsável pela interface entre o usuário e a Autoridade Certificadora. Vinculada a uma AC que tem por objetivo o recebimento, validação, encaminhamento de solicitações de emissão ou revogação de certificados digitais às AC e identificação, de forma presencial, de seus solicitantes. É responsabilidade da AR manter registros de suas operações. Pode estar fisicamente localizada em uma AC ou ser uma entidade de registro remota.

Fonte: @iti_icpbrasil: O que é uma Autoridade Certificadora? http://t.co/9eHEWmjw

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Receita libera pessoa física a participar de leilões

A Receita Federal permitirá que pessoas físicas participem dos leilões eletrônicos de mercadorias que foram apreendidas pelo órgão, conforme a Portaria 2.347, publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União.


O edital será disponibilizado no site da Receita e no e-CAC no dia 13 deste mês. 

Os interessados devem ter certificado digital

A participação de pessoas físicas na disputa só será permitida em lotes cuja destinação seja exclusivamente para uso ou consumo pessoal, sendo proibida a comercialização.

Os leilões eletrônicos, com a venda dos produtos pela internet, foram implementados em dezembro de 2010, restritos à participação de empresas, mas, com o aumento do número de mercadorias, se tornou um mecanismo mais rápido para a saída das mercadorias dos depósitos. 

A lei 12.715, deste ano, determinou que os leilões de mercadorias apreendidas sejam preferencialmente na modalidade eletrônica.

A permissão para que pessoas físicas possam participar, segundo a Receita, "assegura o cumprimento dos princípios básicos das licitações públicas, tais como a isonomia, a escolha da proposta mais vantajosa para a Administração e a ampliação da competitividade". 

Além disso, os leilões presenciais exigiam uma infraestrutura humana e logística onerosa para a Receita e para os interessados e abrem a possibilidade de conluio entre os licitantes para arrematar os bens pelos preços mínimos de avaliação.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012 19:05 

 

 

Fonte Agabc

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Detran-SP exige uso de certificado digital para acesso à base de dados

Detran-SP exige uso de certificado digital para acesso à base de dados de veículos 

01/11/2012 - TI Gestão Fiscal 

O uso do certificado digital padrão ICP-Brasil será obrigatório para acessar a base de dados de veículos do Detran de São Paulo.

O órgão implantou o sistema e-CRVsp, que será utilizado pelos despachantes para realização de consultas e emissão de documentos, com a qual pretende monitorar de forma mais eficiente o acesso e reduzir irregularidades.

Segundo a assessoria de imprensa do Detran, o sistema anterior permitia acesso a essa base de dados por provedores de internet contratados por despachantes e autoescolas.

As transações serão realizadas diretamente com a Prodesp (Empresa de Informática do Governo do Estado de São Paulo).

A Certificação Digital é necessária para validar as solicitações de informações, mas outro requisito para acessar a base de dados é a obrigatoriedade de autorização e cadastro no Detran.

Em seu site, o Detran declarou que “o e-CRVsp tem a missão de ser um balcão avançado de modo a facilitar e agilizar os processos submetidos pelos despachantes à apreciação daquele órgão de trânsito estadual”
.

Fonte: TI INSIDE Online

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Certificado digital: emprestar é perigoso | E-Commerce News

| 31/10/2012 - 09:10 AM | 


Regina Tupinambá
Como estou sempre em campanha pelas melhores práticas de segurança no mundo eletrônico, em relação aos certificados digitais para os sites e também quanto ao uso dos certificados digitais para pessoas físicas, as pessoas acabam me relatando constantemente situações fora do padrão esperado. Sinto-me quase um disque- denúncia.

Recentemente, uma amiga foi emitir um documento de identidade para sua filha – em um órgão da cidade de São Paulo – e verificou que a atendente estava usando um certificado digital. Ao puxar assunto sobre o tema, a funcionária declarou-se insatisfeita com o uso do certificado porque dava muito trabalho.

“Como assim?”, perguntou minha amiga, “Trabalho?” e a atendente explicou que era porque o mesmo certificado funcionava em várias máquinas diferentes para vários funcionários daquele local e ai às vezes “dava problema”. Ainda segundo ela, nem todos os atendentes possuíam certificados digitais.

Em outra ocasião, sobre o procedimento de renovação de um documento de habilitação, também em São Paulo, um amigo me disse que no posto médico em que foi fazer o exame, a secretária estava com cerca de 20 certificados de médicos em sua mesa. Os médicos utilizam seus certificados para assinar os laudos dos exames, no entanto, a secretária do posto médico precisa ficar com os certificados deles para fazer a segunda via do laudo dos exames quando necessário e outros procedimentos burocráticos. Não seria mais simples se ela tivesse um certificado digital próprio, com o privilégio para a emissão da segunda via dos exames, dentre outros benefícios?

Pois é, essas são apenas duas situações frequentes e – infelizmente – rotineiras. A prática de emprestar o certificado digital, seja pessoa física ou jurídica, e fazer com que os funcionários utilizem os certificados um dos outros não é tão incomum assim. Isso acontece em outros órgãos públicos, como em escritórios de advocacia, em hospitais e em empresas em geral, nas quais certificados digitais ficam “voando de mão em mão”.

Outro caso curioso ocorreu em um escritório de advocacia. Um e-mail enviado pela secretária de um dos sócios do renomado escritório solicitava a quem estivesse com o certificado digital do doutor para devolvê-lo. Ou seja, além de emprestar o advogado não sabia nem com quem estava seu certificado digital.

Os documentos e procedimentos assinados com os certificados digitais são válidos juridicamente. E, nesse caso, não há a possibilidade de repudiar o ato, uma vez que a responsabilidade de guarda e uso é do titular do certificado. Este, não deve de forma alguma, ceder, emprestar ou compartilhar seu documento digital, segundo a Lei MP 2200/02 – que regula a atividade da certificação digital no Brasil.

É preciso que campanhas de esclarecimento sejam feitas e apresentadas à população sobre o uso correto dos certificados digitais e decretada uma punição às empresas privadas e, principalmente as públicas, quando o compartilhamento dos certificados é praticado em um processo da organização.

Os certificados digitais emitidos na ICP-BRASIL, seguem todo o rigor de procedimentos pelas Autoridades de Registro, com supervisão e responsabilidade por parte das Autoridades Certificadoras, que são auditadas por consultorias externas contratadas e pelo ITI.  5 milhões de usuários, entre pessoas físicas e jurídicas utilizam seus certificados digitais em suas atividades de rotina, mas infelizmente parte desses usuários ainda não entendeu o que é um certificados digital e utiliza de forma incorreta.

Utilizar o certificado digital incorretamente pode gerar diversos problemas para o titular do certificado. Cabe às autoridades esclarecem rapidamente isso à população e às empresas, ou a confiança conquistada pela ICP Brasil pode ser abalada, pois não teremos – na cadeia de confiança – todos os elos fortes e necessários para institucionalizar, consolidar e garantir a confiança necessária ao mundo eletrônico.

Sobre Regina Tupinambá: Regina Tupinambá é blogueira especializada em tecnologia e diretora da Certisign –empresa brasileira pioneira em certificação digital no país. Ver mais artigos deste autor.


Fonte: e-Commerce News

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

e-Commerce recorre a selos para atestar segurança aos clientes

Assista neste link o Vídeo com a entrevista a Paulo Kulikovsky: e-Commerce recorre a selos para atestar segurança aos clientes


Paulo Kulikovsky
O comércio eletrônico está cada dia mais presente na vida de todos nós.

Provavelmente, aqueles que ainda não experimentaram comprar online têm uma mesma justificativa: insegurança!



O mesmo vale para operações bancárias na internet.


Problemas com a autenticidade dos sites e segurança das informações espantam o consumidor. Mas esse cenário vem mudando.


Nos principais sites de bancos, e-commerce e serviços como e-mail e redes sociais, três selos garantem a segurança do internauta. São basicamente três tipos: o selo de site seguro, o selo de qualidade de serviço e o selo de vulnerabilidade. Cada um deles tem uma determinada certificação.

O selo de qualidade de serviço é obtido através de uma pesquisa sobre avaliação dos usuários a respeito de determinado serviço; o selo de vulnerabilidade assegura que o site não tem qualquer malware ou vírus que possa infectar ou danificar sua máquina; já o selo de site seguro identifica o site e protege os dados do usuário.

"O selo tem duas funções hoje em dia: identificar o site e criptografar as informações que transitam por aquele lá. O que isso quer dizer? Entre o momento em que você digita na tela aquelas informações recebidas pelo servidor das empresas, ninguém vai conseguir roubar os dados neste caminho", explica Paulo Kulikovsky, vice-presidente da Certisign.

Hoje existem dezenas de selos criados por diversas empresas mundo afora; todas bastante sérias. Só para o selo de site seguro, existem mais de 10 empresas que oferecem esse tipo de certificado. E ao contrário do que muita gente pode imaginar, nenhum site ou serviço “ganha” ou “recebe” estes selos por mérito ou qualquer outro motivo.


"O 'site seguro' é um servico adquirido em que as empresas precisam entrar em contato com uma das autoridades admistradoras, que trabalhem com esse certificado digital, para fazer a validação. Isto é a identificação inequívoca de que aquela pessoa que está pedindo é ela mesma, para que ela possa então expor o selo no site dela", completa Paulo Kulikovsky.

Ou seja, se você tem um site de e-commerce ou oferece qualquer outro serviço da web, vale a pena correr atrás e certificar sua página; isso é garantia de segurança do usuário e, consequentemente, mais visitas e mais vendas.

Do outro lado dessa história, o consumidor precisa tomar certos cuidados antes de sair comprando em qualquer site. E, principalmente, em sites de bancos. A primeira coisa a ser feita é procurar este selo de autenticação e segurança; normalmente, eles ficam no rodapé da página. Atenção: não basta o selo estar ali, estampado... clique sobre ele para abrir a validação dessa informação.

A segunda dica é ainda mais importante; atenção à barra do seu navegador ao acessar qualquer site de compras ou que peça seus dados pessoais. No endereço do site, o “HTTPS” significa que aquele endereço é seguro; mais do que isso, ao clicar na imagem que aparece à esquerda do endereço, você abre as informações de autenticidade daquele serviço. E tem ainda uma terceira forma de se certificar...

 
"Existe hoje uma tecnologia que várias empresas têm e que faz com que essa barra mude de cor. Então, hoje, quando a gente compra ela está branquinha, transparente. O que o selo faz - e vários navegadoras já fazem isso - é que a partir de certo momento a barra fica verde; e se ela fica verde,  sabe que tem um selo por trás que identificou aquele site. Se ela estiver branca, significa que pode não ter. Se ela estiver vermelha, pode ser que tenha algum problema com aquele certificado: está num endereço, mas com o certificado de outra pessoa", explica Paulo Kulikovsky, vice-presidente da Certisign.

Se você é mais um adepto das compras online, aproveite para conhecer nossa cartilha para aproveitar as promoções dos sites de compras coletivas sem cair em roubadas. Acesse os links acima e confira dicas preciosas que podem evitar grandes dores de cabeça no futuro. E tem uma última dica para quem usa serviços de banco online. Não use o .com.br. No lugar, digite .b.br. Ou seja, o nome do seu banco.b.br. Essa é uma maneira de garantir que a página que você está acessando é mesmo a página do seu banco. Fique ligado e boas compras... sempre seguras!

Fonte: Olhar Digital : Central de Vídeos :

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Hacker invadindo sites? A história se repete.

Você não se lembra da historinha dos três porquinhos? 


Pois é, é o mesmo que estamos vendo acontecer com as invasões de poderosos sites. O problema não está no Lobo mau, este segue seu instinto. O que precisamos estar atentos é como proteger de forma correta os valores que cada site guarda. São as informações sensíveis, dados de clientes, comprovantes de transações etc.

Está clara a situação: estão construindo os muros de proteção de maneira errada, com material impróprio.   E como  as duas primeiras casas dos  porquinhos,  as barreiras de segurança dos sites são destruídas com um sofro. Simples assim. Para os hackers não há nenhum esforço para transpor a barreira de segurança desses sites.

E no caso dessas invasões, os hackes deixam clara a fragilidade dos sistemas e dão alertas sobre a falta de segurança a que os usuários dos sites estão expostos em função das falhas nos projetos de segurança.

Os hackers, que expões essas falhas de segurança, na verdade prestam um valioso serviço aos proprietários dos sites e à população, porque eles expõem a fragilidade a que a empresa e seus clientes estão sujeitos. No entanto, outros podem estar utilizando as mesmas brechas de segurança para capturar dados de forma ilícita. Essas mesmas informações acessadas com facilidade podem estar sendo utilizadas não para ridicularizar a empresa ou instituição, mas para ações criminosas para obtenção de benefícios financeiros etc.

Os projetos de segurança tem muitos aspectos a serem considerados, são complexos e precisam ser realizados por pessoas experientes e capacitadas para isso.  Não dá para improvisar nesse setor ou utilizar profissionais sem capacitação.

Esses projetos por vezes acabam falhando também na seleção dos fornecedores. Muitas vezes as empresas delegam a seleção dos insumos à área de compras que não faz a menor ideia do que esta comprando.

Os certificados digitais SSL, aquele que identifica e protege os dados das informações trafegadas nos sites é um dos importantes itens de segurança da informação. Neste item em especial, estamos acompanhando o surgimento de novas autoridades certificadoras  que emitem os certificados e muitos revendedores de um lado e do outro compradores que não tem conhecimento do que é um certificado digital.

Na busca de preços mais acessíveis e por falta de conhecimento técnico sobre o que é um SSL, trocam o certo pelo duvidoso. Não, não, não: Trocam o forte pelo fraco e expõe suas empresas e clientes.

Os novatos do mundo eletrônico então, são os alvos mais fáceis dos emergentes fornecedores de segurança. 

Não conhecem o histórico das empresas e estão mais voltados para as possibilidades de comunicação com seus públicos, cuidam muito de SEO, dos indicadores, das  campanhas de remarmkt etc, etc etc e a infraestrura fica relegada ao segundo plano. Os sistemas de segurança vendidos em caixinhas, aparentemente são seguros, simples e baratos e ai.... vem os hackers e brincam com essas marcas. Marcas dos fornecedores e de quem compra o gato por lebre.

Conclusão: O mundo eletrônico é fascinante.  Facilita a nossa vida, oferece mil oportunidades, muitas formas de interação com os clientes e comunidades específicas, mas existem regras que precisam ser respeitadas. A segurança da informação é a mais importante delas. Atenção!

Recomendação de leitura para a semana: o livro “ O Lobo mau e dos três porquinhos”.

Autenticação no e-Commerce com Certificados Digitais?

 
A audácia dos pequenos: indo além da mera sobrevivênciaLeia a matéria
O que você pode oferecer a 5 milhões de clientes especiais no mundo eletrônico?

Acesso à Justiça v. 2.0

Mudança traumática, mas necessária


*Leopoldo Lopes

Com advento das novas tecnologias da informação, a necessidade de sustentabilidade ambiental e da otimização da informação em meio digital, remete-nos à migração irreversível da sociedade para a cultura “sem papel”, especialmente agora no âmbito do Poder Judiciário brasileiro, onde o princípio constitucional do acesso à justiça começa a ser enxergado com outros olhos.

Não obstante a adaptação à cultura do processo judicial eletrônico seja, nesta etapa inaugural, bastante traumática para a maioria, por demandar não só investimentos em computadores e equipamentos de digitalização, mas também a inclusão digital das partes e dos operadores do direito, é unânime a conclusão de que se trata de um caminho sem volta, assim como o fora, um dia, a inserção do fac-símile, telefone celular e as impressoras em nossas vidas.

No entanto, vale frisar que várias foram - e ainda são - as dificuldades e desafios enfrentados pelos tribunais no que tange à implementação de melhorias, integração de dados, segurança e, principalmente, a ubiquidade dos sistemas de informação que albergam os processos digitais, os quais devem permanecer disponíveis ininterruptamente, sendo este um dos principais aspectos do acesso à informação judicial..

Existem outras vantagens, tais como a economia de tempo com o deslocamento aos fóruns e tribunais brasileiros, a redução de custos com papel e demais insumos necessários em um escritório ou departamento, o que reflete diretamente na preservação do meio ambiente com a redução da emissão de gases na atmosfera, do desmatamento de árvores, dentre outros aspectos.

Felizmente, em nosso Estado, os tribunais tem conferido harmoniosa abertura à OAB/MS, ouvindo as críticas e grande parte das sugestões, de modo a reduzir o impacto causado pelo que chamamos de “inclusão jurídico-digital”. Além disso, muito embora ainda hajam resistências, o que é bastante natural em se tratando de mudança radical de uma cultura, as dificuldades em relação à adaptação dos advogados às novas tecnologias foram ligeiramente diminuídas, tendo em vista os vários cursos, palestras e workshops promovidos pela OAB/MS sobre processo judicial eletrônico desenvolvidos até hoje para centenas de advogados, públicos e privados, trazendo estudos analíticos sobre a Lei 11.419/06 e demais normas correlatas, preparando a classe dos operadores do Direito para esta nova “era da informação judicial”.

Seguramente, Mato Grosso do Sul está entre os cinco estados mais avançados na corrida para a eliminação do papel, estando em segunda colocação entre aqueles que possuem maior número de advogados detentores de certificado digital, tecnologia esta que, na maioria dos tribunais brasileiros, já está sendo exigida para a transmissão de peças processuais e acesso aos autos digitais.

Ademais, é digno de registro que a OAB/MS tem acompanhado, ainda, a evolução dos diferentes sistemas eletrônicos de tramitação processual com vistas a garantir acesso inclusive aos usuários com alguma deficiência física, eliminando obstáculos e barreiras de acordo com a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Decreto nº 6949/2009).

Quanto às características da prestação jurisdicional, ao contrário do que muitos imaginam, o processo judicial eletrônico não se traduz na automatização ou robotização de todos os atos judiciais, até mesmo porque sempre haverá de se ter a interação humana na maioria das rotinas procedimentais, visando respeitar as garantias constitucionais pétreas do contraditório e ampla defesa, além de, evidentemente, eventuais nulidades apresentadas. Da mesma forma, não se deve considerar como a solução definitiva para a morosidade da Justiça, visto que há diversos outros aspectos que precisam ser redesenhados, os quais refogem à simples migração do papel para o meio eletrônico.

Em tempos de discussão acerca da democratização do acesso à informação através da Internet, como por exemplo o “Marco Civil da Internet” (PL 2126/2011, em trâmite pela Câmara dos Deputados), os três poderes devem andar de mãos dadas a fim de se fazer incluir em suas políticas públicas as garantias de acesso à rede mundial, afastando quaisquer obstáculos ou barreiras de modo a facilitar ainda mais o acesso à justiça especialmente por parte dos mais necessitados.

É por isso que a Ordem dos Advogados do Brasil, como entidade forte e presente na sociedade, deve continuar acompanhando com afinco, dedicação, profissionalismo e conhecimento de causa, visando prestar total assistência aos advogados, demais operadores do Direito e aos jurisdicionados nessa nova versão do Poder Judiciário brasileiro.


*Leopoldo Fernandes da Silva Lopes é advogado, presidente da Comissão de Direito Eletrônico da OAB/MS e Membro Conselheiro do Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática - IBDI.

30/10/2012 - 09:17
Fonte: MS Notícias

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Sites de 2 bancos ficam fora do ar após ataque hacker


Sites de 2 bancos ficam fora do ar após ataque hacker

Na tarde desta terça-feira (30), os sites do Banco do Brasil (www.bb.com.br) e da Caixa Econômica Federal (caixa.gov.br) sofreram ataques dos hackers do Anonymous Brasil e apresentaram instabilidade. Os próprios integrantes do grupo relataram o feito no Twitter e Facebook.
O site da caixa ficou fora por alguns minutos, mas já foi nhormalizado. O caso do BB foi mais grave, ficou mais tempo inacessível. Os hackers também anunciaram que derrubaram o site da Federação Brasileiras de Bancos (Febraban).

Os hackers começaram suas atividades já na manha de hoje, atacando o serviço online da nota Fiscal Eletrônica (NF-e) de vários estados:  São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Amazonas, Goiânia, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul. 
Em uma entrevista, o grupo hacker salientou que a ação deverá durar até cinco dias, no que eles chamam de #OpWeekpayment part 2 (Operação Semana de Pagamento – parte 2).
Vale lembrar que em fevereiro deste ano os hackers desestabilizaram vários serviços online de banco, como no Itaú, Bradesco, Branco do Brasil, HSBC, City Bank, BMG, PanAmericano e Federação Brasileira de Bancos (Febraban)

Fonte: Oficinadatanet

Lei do pagamento móvel vai ao Congresso

O governo está prestes a anunciar a sua proposta de marco regulatório para os serviços de pagamento por meio de telefonia móvel - o chamado "mobile payment". A minuta do texto a ser encaminhado ao Congresso já está em análise na Casa Civil da Presidência da República, segundo anunciou ontem a o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo Silva.

O anúncio foi feito durante a abertura do IV Fórum Banco Central de Inclusão Financeira, em Porto Alegre. Na visão do governo, ampliar a possibilidade de uso dos telefones celulares para fazer pagamentos contribui para gerar inclusão financeira.

"Estamos prestes a anunciar medidas legislativas", disse o ministro. Ele não esclareceu que tipo de proposição será encaminhada ao Congresso. O marco é necessário principalmente porque o sistema envolverá empresas não financeiras, como as operadoras de telefonia.

A expectativa, segundo Bernardo, é fornecer um instrumento que se some aos já existentes. O governo pensa em regulamentar um sistema capaz de permitir que celulares sejam usados para fazer os mais diversos tipos de transações, como pagar um táxi ou o salão de beleza, exemplificou o ministro. O celular será uma espécie de "carteira", que será usada de forma "tão fácil quanto mandar uma mensagem SMS", definiu.

Ele destacou que a maior parte dos pagamentos no Brasil ainda é feita em dinheiro e que há muito espaço para uso de outros meios. Segundo pesquisa do BC, 86% das famílias das classes D e utilizam o dinheiro como a principal forma de pagamento. Nas classes mais altas também é elevado ainda o uso do dinheiro, completou Bernardo.

Em documento sobre o tema, o BC diz que no Brasil há enorme potencial para desenvolvimento de modelos de mobile payment, considerando que o uso de aparelhos celulares é altamente propagado em todas as faixas de renda, inclusive nas classes menos favorecidas, nas quais fatias consideráveis da população não possuem conta bancária. O projeto deve ser encaminhado ao Congresso ainda este ano.

O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Mendes, disse que a instituição terá seis meses para fazer a regulamentação do sistema de pagamento móvel brasileiro depois que o texto for aprovado no legislativo. "Nós estamos preparados para fazer isso, estamos trabalhando e queremos discutir com o setor a proposta da regulamentação."

A proposta legislativa que está atualmente na Casa Civil dá amplo poder ao BC para atuar sobre todas as instituições de pagamento e não apenas sobre instituições financeiras.

"Poderá existir empresa financeira trabalhando aí [mobile payment], bancos certamente. Mas haverá também empresas de telecomunicações, de cartões, coisas que não estão atualmente sob a regulamentação específica do BC", afirmou. Os agentes do "mobile payment" deverão obter autorização do BC para fazer os arranjos de pagamento.

Mendes disse que nesta primeira etapa o mobile payment só será usado para fazer transações e não será um instrumento para conceder crédito. "Vejo isso num momento bem mais longínquo", afirmou.

O diretor do BC disse que o mobile payment contribuirá para a bancarização de parcela da população que ainda não usa serviços financeiros e de uma forma menos onerosa para as instituições financeiras, já que não será preciso que os bancos invistam na expansão física das agências. "Na medida que você tem população mais bancarizada, a política monetária é mais eficiente. A taxa de juros tem um efeito mais efetivo quanto maior for a bancarização da população", afirmou.

O secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão, acrescentou que os brasileiros estão habilitados para utilizar sistemas de pagamento móveis graças à experiência com o uso da telefonia celular pré-paga. Segundo ele, entretanto, as regras e soluções tecnológicas do novo sistema precisam ser tão simples quanto um processo de recarga de celular.

Conforme Martinhão, o Brasil tem 259 milhões de celulares em operação, sendo 82% no modelo pré-pago. Já o número de acessos à banda larga móvel chega a 62 milhões.

A proposta para o marco regulatório está sendo desenvolvida pelo ministério, junto com o Banco Central e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Segundo Martinhão, o modelo a ser desenvolvido deve ser de baixo custo, com interoperabilidade e escala para que o celular possa ser usado como uma "carteira eletrônica".

As características "desejáveis" do sistema, de acordo com o secretário, incluem segurança, privacidade e confiabilidade e devem contemplar ainda medidas prudenciais contra lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo. De acordo com ele, a regulação vai contemplar as operações de pagamentos pessoa a pessoa (P2P), pessoa a empresa (P2B) e governo a pessoas (G2B).

O vice-presidente da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Raul Francisco Moreira, defendeu que o novo sistema seja inclusivo a ponto de interagir com os sistemas de pagamento já existentes. A ideia é permitir que os telefones celulares sejam usados com qualquer meio de pagamento, seja ele cartão de débito ou cartão de crédito. Está prevista também a possibilidade de que os celulares sejam "carregados" com créditos que seriam usados para pagar compras de bens ou serviços. O custo de transações, segundo Moreira, "seria de centavos".

A interoperabilidade e o baixo custo, defendeu, serão fundamentais para que o sistema de fato promova inclusão financeira, sendo largamente usado pela população de baixa renda. Ele disse ainda que, para que os preços sejam baixos, o modelo brasileiro precisa comportar concorrência entre os agentes que vão operá-lo.

Para tanto, haverá o inevitável casamento entre operadoras de telefonia e o sistema financeiro. Os bancos cadastrariam os celulares, pois seria necessário vincular a linha e o aparelho ao meio de pagamento a ser utilizado. A custódia, na visão da Abecs, deve ser das instituições financeiras, por questões de segurança.

No Brasil, há iniciativas embrionárias de pagamento móvel, como a parceria entre Itaú, a bandeira de cartões MasterCard, a Vivo e a Redecard. Em outra frente, Cielo, Visa, Banco do Brasil e Oi também testam o seu modelo.

Fonte: Valor Econômico

Site Blindado’ é invadido por hackers

'Não prejudicamos ninguém, o serviço é inútil", disseram invasores.

Selos trocados estão sendo exibidos para alguns internautas. 





Página principal do serviço e selos foram alterados. Hackers deixaram protesto e acusaram  empresa de ‘enganação’.

O site oficial do Site Blindado, selo de segurança destinado a sites de internet, foi comprometido pouco após a meia-noite deste sábado (27). Os invasores deixaram uma mensagem criticando o serviço da empresa, dizendo que é a “maior enganação”.

A página pichada foi registrada no site Zone-H e não contém nenhum código malicioso, apenas o texto de protesto. Confira →

Na mensagem deixada, os hackers, identificados como “jbm” e “phobz”, se descrevem como “hackers do bem”, que não têm interesse em “vandalizar na internet” e que só atuam realizando atividades ilícitas quando “há algo de errado”. Eles dizem que tentaram comunicar os administradores do Site Blindado sobre os problemas, mas que não houve retorno.
Não poderiam garantir a segurança de outros sites, pois sequer não tinham a capacidade de manter a propria empresa segura. Como eles nao tomaram providencias, resolvemos da nossa maneira, pois não poderiamos deixar as pessoas serem enganadas. (sic)
Em resposta a um questionamento da Linha Defensiva, os hackers afirmaram que o contato foi feito dois meses antes da invasão, e que um segundo contato foi tentado um mês depois. De acordo com eles, não houve resposta. 

“Não prejudicamos ninguém! Mas eles provém um serviço inútil! Nem Nagios1 eles usam pra avisar que o index [página inicial] foi alterado”, afirmaram os invasores.

A Linha Defensiva tentou contato com os responsáveis pelo Site Blindado, mas ainda não obteve resposta. Até a publicação desta reportagem, a página pichada continuava on-line.

Selo trocado

Além de pichar os sites, os hackers ainda trocaram os selos exibidos pelo “Site Blindado” nas páginas dos clientes. A Linha Defensiva apurou que nem todos os internautas estão vendo as imagens trocadas, mas elas estão, sim, sendo exibidas.

Exceto pela imagem trocada, a invasão não levou ao comprometimento dos sites clientes do Site Blindado.



Página informativa sobre o serviço, exibida quando o usuário clica no selo, exibe selo hackeado. Os sites clientes em si, porém, não sofreram invasão. (Foto: Reprodução)


 Fonte:Redação Linha Defensiva | 27/10/2012 01h28

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

SSL: O que é e como garantir sua segurança em bancos e lojas virtuais


autor: risastoider





E chega aquele momento em que você precisa inserir seu nome completo, CPF e endereço em um site. 

E, não raro, o número do cartão de crédito, a data de validade e os três dígitos de segurança. Informações que, na posse de alguém mal intencionado, podem resultar um imenso prejuízo.

Esse dilema é comum principalmente em páginas de bancos (que podem ser falsificadas por cibercriminosos) e de comércio eletrônico. O faturamento nessa modalidade só aumenta: em 2011, foram R$18,7 bilhões, um crescimento de 26% em relação ao ano anterior. Nos primeiros seis meses de 2012, 5,6 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online até hoje. No total, são 37,6 milhões de e-consumidores



Quanto ao Internet Banking, a popularidade também é grande no país. As transações por meio eletrônico representaram, em 2011, 24% do total, conforme dados da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). No mesmo ano, os investimentos e despesas do setor bancário em tecnologia apresentaram um crescimento de 11%, atingindo R$ 18 bilhões, consolidando-o como o principal setor usuário de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil.

Lojas online pipocam por aí: você já deve ter visto ao menos um anúncio no Facebook, por exemplo, que o encaminhou para uma lojinha até então desconhecida. Muitas vezes, os preços são bem convidativos, o que aumenta o impulso de clicar no “comprar” e inserir os seus dados. Mas será que você está mesmo seguro? Confira nas próximas páginas o que você pode fazer para se certificar de que os riscos serão os menores possíveis.


De olho nos certificados

Uma dica recorrente é: perceba se a página na qual você deve inserir seus dados exibe um cadeado no navegador. Esse cadeado indica que a página usa o protocolo SSL (Secure Sockets Layer). Simplificando, significa que a comunicação entre você e o site é protegida por criptografia e não pode ser interceptada por terceiros. Tudo fica codificado e ninguém vai conseguir se intrometer. Quando você está em uma página com SSL, note a barra de endereços. O HTTP:// vai virar “Https://” .

 
Para mostrar ao usuário que aquele site realmente usa o protocolo, muitas empresas recorrem  a autoridades certificadoras, que verificam se o registro do endereço está em conformidade com o nome de quem registrou e seus dados. Se tudo estiver OK, eles conseguem assegurar que o visitante está mesmo naquela página, criptografada e “fechada” para terceiros.


Alguns selos que você vai encontrar por aí


Existem várias firmas especializadas em emitir esses selos. Alguns são de graça. Outros chegam a custar mais de R$1 mil, tudo vai depender de como elas operacionalizam o processo. Seguem alguns exemplos de selos mais conhecidos vistos por aí, emitidos por entidades de renome:

  • SSL Site Seguro Certisign: faz a identificação do site e cria um canal criptografado entre o usuário e os servidores que hospedam o portal. O selo também identifica que a empresa concluiu satisfatoriamente todos os procedimentos para determinar que o domínio do website é de propriedade ou se encontra registrado por uma empresa ou organização autorizada a negociar ou exercer atividade lícita.
  • Selo Internet Segura: iniciativa que faz parte do Movimento Internet Segura com a Câmara e-net. Para conseguir o selo, as empresas têm que passar por uma avaliação. Se conquistado, os varejistas terão assessoramento para os padrões mínimos de segurança técnica, operacional e jurídica.
  • Selo VeriSign Secured Seal: O selo mostra, em tempo real, que a empresa foi aprovada pela VeriSign ao proteger informações confidenciais com criptografia. Tem funcionalidade parecida com o selo da Certisign.
Agora, existe um selo ainda mais sofisticado, que é o EV-SSL, também conhecido como certificado de validade avançada. É o tipo mais seguro que existe no momento, já que requer procedimentos mais rígidos por parte da autoridade certificadora antes de ser concedido. E, para o usuário, é ainda mais fácil de identificar: se estiver tudo OK com o site, a barra de endereços do navegador ficará verde.


Sozinho, o selo não garante muita coisa. Isso porque não é nem um pouco difícil colocar a imagem do selo, com o nome da autoridade certificadora, em um website qualquer, inclusive fraudulento. Como dito antes, é preciso atentar para o HTTPS:// e também para o cadeado. Mas existem outros detalhes.

Primeiro, não basta só olhar o selo. É preciso clicar nele e observar as informações oferecidas em tempo real: autoridade certificadora, data de emissão e data de validade do certificado, além das garantias que ele oferece. Se você não conseguir clicar na imagem, desconfie: o selo pode ser falsificado. Ou, ainda, a empresa até conseguiu um selo legítimo, mas colocou em sua página de maneira errada.

O reconhecimento ligado às marcas emissoras também é importante. Alguns certificados podem não ser reconhecidos por algum navegador específico, por exemplo, o que prejudica a confiabilidade da empresa em questão. Regina Tupinambá, diretora comercial e de marketing da Certisign, ainda aponta a importância de realizar um processo não-automatizado, feito cuidadosamente por pessoas. “Um dos procedimentos é a validação das informações de propriedade do uso do domínio que será atrelado ao certificado SSL. Essa validação é realizada por pessoas e não máquinas nas tradicionais autoridades certificadoras de grande porte”, explica. “Há ainda a segregação de função entre os profissionais nas várias etapas dessa atividade.”



Um exemplo do que vai aparecer quando você clicar no selo


O problema é que cibercriminosos também podem adquirir certificados. “A compra é feita normalmente, como fazem as empresas legítimas, geralmente através da Internet”, afirma Fábio Assolini, analista de malware da Kaspersky Brasil. “O problema é que os criminosos registram empresas falsas, e com esses dados compram o certificado digital, se passando por empresas legítimas.”

Outra possibilidade é a de simplesmente roubar certificados, como lembra Seam Sullivan, especialista em segurança da F-Secure. “Servidores podem ser hackeados para obter os certificados”, afirma.


Atente para os riscos
A certificação digital garante ao visitante de um site, basicamente, duas coisas: primeiro, que aquele domínio é mesmo pertencente à empresa que diz ser. Segundo, que a comunicação entre você e o site é criptografada e não pode ser interceptada por terceiros.

O cuidado do usuário com a sua máquina, porém, continua fundamental. Altieres Rohr, jornalista e criador do site Linha Defensiva, lembra que, em uma máquina infectada, não existem regras. Ele alerta para certos tipos de malware que instalam autoridades certificadoras no próprio sistema operacional do usuário. Com isso, ele pode entrar em um site falsificado e ser levado a acreditar que é legítimo por causa da exibição de um certificado. “No Brasil, os vírus não raramente instalam ACs novas no Windows. Aí,  eles redirecionam os sites verdadeiros dos bancos e usam certificados falsos que aparecem como válidos porque o sistema foi configurado pra confiar neles”, explica.

Exemplo de certificado falso. Felizmente, o navegador avisou!

Outra possibilidade é a de simplesmente um criminoso adquirir um certificado usando o nome de uma empresa. Fábio Assolini lembra de um golpe brasileiro, no qual “os criminosos copiaram o nome de uma companhia legítima, registrando um domínio com dados falsos, e mesmo assim foram capazes de comprar um certificado”.

Existe ainda um agravante: a navegação em dispositivos móveis, cada vez mais comum. “Navegadores móveis não avisam sobre certificados problemáticos da mesma forma que nos desktops”, alerta Sullivan, da F-Secure. O especialista ainda lembra que alguns cibercriminosos incluem o famoso ícone do cadeado na própria página e muitos usuários leigos “não percebem a diferença entre um ícone na página e na barra de endereços do navegador, onde o cadeado deveria estar.” Ou seja, fique de olho nisso! Não é qualquer cadeado que garante a criptografia da comunicação.

Regina Tupinambá ressalta algumas medidas de segurança aplicadas pela Certisign para emitir os certificados. Cada certificado, por exemplo, é válido por, no máximo, três anos, mas ela recomenda o uso por períodos menores. Cabe às empresas que usam as certificações fazerem pelo menos a renovação anual. Se um navegador exibe uma mensagem de certificado fora da validade, por exemplo, a especialista recomenda não completar a transação.

“Os problemas atribuídos ao Certificado SSL não estão relacionados à tecnologia, e sim, às más práticas”, avalia Tupinambá. “Autoridades Certificadoras criadas recentemente, espalhadas mundo afora, para baratear o preço dos certificados SSL e ganhar mercado, emitem os certificados sem verificação de propriedade do uso de domínio. Não é possível automatizar o passo crítico que é a de verificação do titular do certificado”, conclui.


Outro falso certificado. Repare o "emitido por", com um domínio brasileiro que não tem nada a ver com ACs de confiança. E o "emitido para que também não é o Banco do Brasil, como finge ser. / Imagem: Linha Defensiva

Essas companhias fazem o que a especialista chama de “certificados miojo”, ou seja “que estão prontos em três minutos”. A especialista garante que a Certisign demora pelo menos dois dias para juntar todos os dados e procurar por todas as informações referentes a quem registrou o domínio. Isso inclui, por exemplos, buscas em listas telefônicas e até ligações para o número fornecido por quem registrou, para ter certeza de que o endereço é legítimo. “Pagar profissionais para realizar essa tarefa seguindo rigorosos processos é caro. Mas não há outra maneira de fazer de forma segura e confiável.”

Na dúvida, a diretora comercial e de marketing da Certisign deixa a dica: se você entrar em um site desconhecido e quiser saber se pode confiar nele, além de clicar no selo e verificar as informações, compare-o com o de alguma instituição de confiança, como o seu banco. Se o selo for da mesma natureza, emitido pela mesma AC, é muito provável que você esteja seguro.

Por fim, não custa nada reforçar a dica mais básica de todas: mantenha sempre um bom antivírus instalado e atualizado em sua máquina. A confiabilidade dos certificados que você vê pode ficar totalmente abalada se seu computador estiver infectado com certos tipos de malware. As ACs, nestes casos, não têm nada a ver com isso: esses certificados são criados e controlados pelos próprios cibercriminosos. E não é preciso dizer que não têm validade nenhuma, certo?

Construindo a confiança
Além dos selos de SSL, que garantem a identidade da página e a criptografia dos dados, existem os selos de confiança. Esses são diferentes: não requerem que o site conte com a proteção SSL, mas sim servem para mostrar ao consumidor quem cumpre com os prazos e serviços prometidos. Por isso, a participação da comunidade é imprescindível. E, como nota o especialista Altieres Rohr, “selos que a loja pode ganhar de graça são melhores do que os que a loja tem que pagar pra conseguir. Porque os selos de graça são um serviço para o consumidor, enquanto selos pagos são um serviço pra loja, para convencer o internauta a comprar lá”.

Selos de confiança do Google, e-bit e Buscapé

Seguem exemplos de alguns selos de confiança:

  • Medalhas e-bit: selos de excelência dados às lojas que são avaliadas pelos usuários, após a experiência de compra, divididas em quatro categorias.
  • Selo Google "Loja de Confiança": o selo exige que os varejistas atendam aos requisitos pré-estabelecidos, como alta porcentagem de problemas resolvidos, baixo número de consumidores em espera, entrega de mercadorias nos prazos estabelecidos, período para entrega dos produtos relativamente baixo, entre outros.
  • Selo PayPal: o selo de segurança oferece proteção ao consumidor, já que o programa gratuito oferece proteção para o dinheiro durante as compras. Quando um item de um site se qualifica, o selo será inserido na listagem, junto a um texto explicativo.
  • SiteBlindado: esse selo oferece certificação SSL, mas não é ligado à ICP-Brasil. O selo mostra que o site está protegido de ataques e invasão de malware.
Em resumo, o selo SSL garante a autenticidade da empresa com a qual você está negociando – ou seja, que aquela página realmente pertence a ela. E que seus dados estão criptografados. O selo de confiança mostra experiências de outros usuários com os serviços oferecidos.

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É praticamente impossível ter 100% de certeza de que você não irá se incomodar. Para tudo existe um risco, principalmente na Internet. 

Você pode, porém, minimizar o máximo possível esses riscos com as dicas que demos neste artigo. Unir as referências dos selos de confiança com os de SSL, clicar no selo para verificar as informações e não realizar transações quando os certificados tiverem expirados.

“Vale ressaltar que a atividade da Certificação Digital é baseada numa cadeia de confiança até chegar ao seu usuário final”, lembra Regina Tupinambá, diretora comercial e de marketing da Certisign. “É muito importante verificar se a Autoridade Certificadora responsável pela comercialização do certificado SSL segue as boas práticas de segurança e se é auditada por ‘terceiros de boa fé’ como a Webtrust”.

Na dúvida, compare o selo que você vê com o de outro site que já seja de sua confiança há muito tempo. E jamais se esqueça de manter sua máquina sempre protegida contra malware. Um sistema infectado pode mudar tudo
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Fonte:
Risa Stoider
@risastoider
Jornalista do portal Adrenaline