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O objetivo desse Blog é apresentar essa fantástica e importante tecnologia, de forma simples, para que pessoas que não dominam aspectos técnicos também possam acompanhar a evolução da adoção da Certificação Digital e o universo que gira ao seu redor:

Certificado Digital para Assinatura e Sigilo, Certificado de Atributo, Carimbo do Tempo, Documentos Eletrônicos, Processos Eletrônicos, Nota Fical Eletrônica, TV Digital, Smart Card, Token, Assinador de Documento, Gerenciador de Identidades etc..

Este Blog publica matérias e artigos extraídos da mídia que expressam a opinião dos respectivos autores e artigos escritos por mim que expressam, exclusivamente, minha opinião pessoal sem vínculo a nenhuma organização.

Matérias organizadas por data de publicação

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Prontuário eletrônico exige mudança na rotina de hospitais e laboratórios

 Arquivos em papel passam para o mundo eletrônico; segurança dos dados é fundamental

Os principais hospitais e laboratórios de análises clínicas já utilizam meios digitais para guardar informações e resultados de exames dos pacientes. Arquivos em papel estão passando para o mundo eletrônico, facilitando o armazenamento, que é obrigatório por vários anos. O método difere, em função da tecnologia adotada, mas a preocupação com o reforço da segurança dos dados acompanha todos eles. "A revolução que começou na área tributária em 2003, agora chega à área médica", diz Julio Cosentino, vice-presidente da CetiSign.

O Hospital Albert Einstein é tão rigoroso com a segurança dos dados do paciente que montou um sistema de controle definido por Sergio Arai, seu diretor de TI, como um "big brother". "A gente monitora tudo o que é feito em uma estação de trabalho", diz. Com 165,9 mil atendimentos, em 2009, apenas no pronto-socorro de suas três unidades, em São Paulo, e 2, 5 milhões de exames por ano, o Einstein registra todos os acessos a seu sistema, o que permite identificar quem procurou cada informação, quando e onde, para efeitos de auditoria e rastreamento em caso de incidente de segurança.

Os funcionários são lembrados disso a todo instante. Além de assinarem um termo de conduta sobre segurança e passarem por um treinamento a respeito, toda vez que cada um deles liga o computador é informado de que aquela estação de trabalho é monitorada e de que ele é responsável pela segurança e confidencialidade dos dados dos pacientes.

Há restrições aos próprios médicos. Para acessar dados de pacientes por celular, por exemplo, nenhuma informação fica armazenada no aparelho, que, afinal, pode ser roubado. Outra medida de precaução é que tanto o médico quanto seu celular precisam ser cadastrados no hospital. Tudo fica registrado.

O Hospital São Luiz, também com três unidades em São Paulo, onde são feitos 50 mil pronto-atendimentos por mês e 69 mil exames, arquiva eletronicamente apenas parte do prontuário médico. A partir de janeiro de 2011, o São Luiz começa a utilizar o sofware de gestão em saúde Tasy, um dos mais avançados. Tudo estará em sistema, com mecanismos de segurança sofisticados.

"Não é uma mera digitação de dados. O sistema tem uma inteligência eletrônica que vai, por exemplo, informar o médico sobre interações medicamentosas no momento em que prescrever mais de dois medicamentos para um paciente", diz Franklin Bloedom, diretor de operações do São Luiz. "O médico vai decidir, mas terá auxílio do banco de dados".

O prontuário médico no São Luiz também será eletrônico, com restrições de acesso baseadas em senha e perfil de usuário. O objetivo é limitar a autorização apenas ao pessoal envolvido com o tratamento de cada paciente.

No laboratório Salomão & Zoppi, que realiza 3,6 milhões de exames por ano em cinco unidades em São Paulo, os dados são digitalizados e a segurança é reforçada. Até porque, lembra Mauricio Chiappa, gerente de TI, os laboratórios são obrigados a guardar informações dos pacientes por 20 anos. Elas ficam à sua disposição na internet por cinco anos e, até completarem 20 anos, ficam armazenadas nos servidores de dados do laboratório. O Salomão & Zoppi destina à segurança da informação 5% do investimento médio anual de R$ 1 milhão que faz em infraestrutura e atualização de sistemas e equipe.

A segurança digital no Salomão & Zoppi considera três frentes: nos dados disponíveis na internet, que são sempre acessados pelo paciente por meio de senha de acesso; na educação e controle de funcionários e prestadores de serviço, para que nenhum dado saia ou entre no sistema, cujos computadores têm bloqueadas as entradas para CDs e pendrives; e infraestrutura atualizada e com servidor paralelo para assumir as operações com os dados em caso de problemas com o original.

Valor Econômico
Data: 20/09/2010

Fonte:Sindhosp

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ministério da Cultura - Os direitos autorais na era da internet

Ministério da Cultura - Os direitos autorais na era da internet
JB Online, por Paula Tupinambá, em 21/04/2010

Paula Tupinambá
A lógica econômica promovida pela internet deixou de facilitar a escassez de bens e serviços culturais passando a incentivar seu compartilhamento.

O custo de duplicação do artefato cultural através da rede mundial de computadores, com o auxílio das novas tecnologias, tornou-se praticamente nulo, possibilitando um reproduções de forma indiscriminada No entanto, a indústria encontrou, através de diferentes formas de restrições tecnológicas (denominadas DRM Digital Rights Management e TPM Technology Protection Measures), mecanismos para retirar do consumidor o direito de decidir o que fazer com os conteúdos digitais por ele adquiridos.

Esse controle acaba se dando através de diferentes formas, mas especialmente através da “interoperabilidade”, isto é, quando um bem ou serviço adquirido de um determinado estabelecimento ou empresa é compatível apenas com bens ou serviços vendidos por aquela mesma empresa ou estabelecimento.

Esse cenário, além de atingir o campo do direito antitruste e do direito econômico, afeta diretamente a esfera do direito do consumidor, já que cerceia o acesso de consumidores a bens e serviços.

Sob a perspectiva de que a natureza da internet e das novas tecnologias seria justamente a difusão da informação e do conhecimento, de forma barata e sem barreiras a todos, tais formas de controle pela indústria do entretenimento estão em dissonância com a função social do direito e com o Código de Defesa do Consumidor. As formas de restrições tecnológicas utilizadas pela indústria seriam, portanto, um mecanismo de controle abusivo.

Tais medidas “protetivas” também acabam limitando o direito do consumidor de utilizar o produto ou serviço adquirido.

Faz-se necessária uma ponderação dos dois interesses protegidos pelas leis especiais, o direito do autor em fruir moral e economicamente de suas obras (Lei 9.610/98), e o direito do consumidor de aproveitar da melhor forma os bens e serviços adquiridos (Lei 8.078/90).

Certamente que o momento é o de criação de uma nova realidade jurídica e social, tempo de reflexão por parte de juristas, legisladores e sociedade civil na composição e construção das normas, usos e costumes que irão regular essa nova sociedade de comunicação e consumo digital.

Não deve haver, por parte dos formadores de opinião e de jurisprudência, uma corrida que vise apagar incêndio no meio do furacão. Há que se refletir, observar, experimentar e inovar. Soluções novas para novas realidades.

Se a realidade da economia cultural atual se baseia, cada vez mais, em bens não fungíveis e consequentemente, não competitivos, com custo de produção mais baixo, a indústria do entretenimento precisa se convencer de que os tempos mudaram.

Nesse novo processo de criação cultural digital, os intermediários tiveram seus lucros reduzidos, já que, em muitos dos casos, se tornaram prescindíveis. Acreditem que a indústria milionária, à custa da criatividade dos autores e da voracidade dos consumidores (de cultura), está deixando de ser tão milionária, num paradoxo em que a sociedade se enriquece cada vez mais de cultura e informação.

Não será através de mecanismos restritivos de uso de obras intelectuais, que atingem em cheio direitos do consumidor, que essa indústria vai querer ressarcir-se dos prejuízos que vem enfrentando devido à (r)evolução trazida pelo advento da internet.

Nesse sentido, a via judiciária é ferramenta de extrema importância na composição desse novo cenário, seja através dos pleitos dos advogados, que devem provocar e questionar os abusos dos mais fortes, seja através dos julgados dos magistrados a quem tais questões serão submetidas, que devem não só julgar à exemplo do que se passou, mas criar subterfúgios que irão alicerçar a construção de uma nova realidade jurídica.

Fonte: Ministério da Cultura
Colaborou Ana Carolina Amorim

Entrevista: Cláudia de Andrade, CIO da Receita Federal

por Roberta Prescott
InformationWeek Brasil
21/09/2010


Cláudia de Andrade
 CIO da Receita Federal

 Há 17 anos no órgão, executiva comenta segurança dos dados e projetos em andamento em 2010
Foto: Roberto Jayme




Cláudia: custo Brasil vai diminuir

Há 17 anos, quando a atual coordenadora-geral de TI da Receita Federal ingressou na instituição a realidade era bem diferente do ambiente de hoje. Se os papéis reinavam e acumulavam-se, as dificuldades apareciam na mesma proporção. Cláudia Maria de Andrade conta sobre aquela época com um sentimento de orgulho, ao observar aonde a RF chegou, e também com aquela alma futurística comum aos profissionais de tecnologia. Ela quer ver a Receita cada vez mais virtual, para que, online, os contribuintes possam resolver seus problemas e os funcionários consigam trabalhar remotamente. "Vai diminuir o custo Brasil", faz questão de enfatizar. Este foi o tom da entrevista concedida pela principal executiva de TI da RF à InformationWeek Brasil.

InformationWeek Brasil - Qual é o principal projeto que a TI está envolvida atualmente?
Cláudia Maria de Andrade - Temos vários projetos em andamento. Por exemplo, estamos incrementando a declaração do imposto de renda. No ano passado, colocamos algumas novidades no programa, como o SMS e a retificação online. No finzinho do ano, conseguimos soltar o projeto de atendimento espontâneo para quem estava na malha fina, com agendamento do atendimento pelo site e também deixamos disponível a funcionalidade para verificar o porquê de ter caído na malha e a possibilidade de retificar.

IWB - Mas não são vocês que implementam?
Cláudia - Serpro e Dataprev colocam as funcionalidades que a TI da RF define. No processo de desenvolvimento, tem a elaboração do projeto, que é feita pela Receita, definimos o escopo e a previsão de cronograma, daí vai para especificação, mas continua sendo responsabilidade da RF. Depois que chamamos o prestador de serviço. O Serpro existe há 45 anos e a Receita, há 41. Então, a Receita, nos últimos anos, começou a fazer a gestão, porque antes a TI era toda do prestador. Hoje não. O prestador de serviço é chamado a participar, assim como ocorre no mercado externo. Para discutir a tecnologia

IWB - O alinhamento com as expectativas da instituição fica a cargo da TI?
Cláudia - Criamos, no fim do ano, a figura do gerente de atendimento, que está presente desde a criação do escopo. Além dele, também temos o analista de negócio, que participa desde a elaboração da especificação e é a pessoa de TI que faz a integração com as outras áreas. Há mais de uma década, existia um mecanismo de trabalho que a área de negócio falava diretamente com o prestador de serviço e isto era um problema sério, até o prestador achava o modelo ruim. A TI da Receita tem de ser um ente que tem a visão integrada, e a gente sabe que é a escolha de Sofia. O negócio quer uma coisa, mas quando a TI mostra o custo...

IWB - Há um comitê?
Cláudia - Em dezembro, o secretário assinou o comitê de TI que torna ainda mais estratégico este alinhamento. Ele é formado pelo secretário, os cinco subsecretários e a coordenação de TI. Um dos trabalhos que fizemos fortemente foi a identificação de todas as demandas, levantamos o escopo, as necessidades de recursos humanos e financeiros, a perspectiva de cronograma e quando e quanto conseguimos fazer em cada etapa. É um avanço.

IWB - O que vocês têm programado para este ano?
Cláudia - Uma das prioridades é mudar a plataforma do Siscomex - Sistema Integrado do Comércio Exterior. Hoje, a plataforma exige que você ainda tenha que ter um emulador para acessar e fazer a sua declaração. À medida que mudamos, vamos permitir que o contribuinte possa acessar desde qualquer lugar, usando o certificado digital.

IWB - Mas o certificado digital ainda não massificou.
Cláudia - Existem vários projetos. Na Espanha, por exemplo, a sua identidade já é um certificado digital e, com isto, há uma série de vantagens. No Brasil, infelizmente, ainda é uma camada restrita da população que o tem, então, o custo fica alto.

IWB - A Receita vem se sofisticando e tendo sistemas mais complexos e virtuais. Fico com duas impressões: uma que facilita a vida do cidadão e a outra que fecha o cerco para a sonegação, porque tudo fica interligado.
Cláudia - A Receita tem três grandes objetivos: aumento da arrecadação, fazer todo o controle aduaneiro e melhorar o atendimento. Por isto, até a coordenadora da área de atendimento pede cada dia mais serviços na internet. E queremos entregar isto, porque seria o melhor dos mundos. Por isto, começamos a implementar mais questões relacionadas à certificação digital para que tivéssemos um resguardo em relação ao sigilo. Então, o investimento na área de atendimento virtual é uma diretriz da Receita, porque tem uma série de vantagens: o contribuinte fica mais satisfeito, é mais fácil, acaba com o deslocamento, entre outros. Outro objetivo é tornar a RF mais informatizada. Quando eu entrei na divisão de tecnologia da informação, a exportação e a importação eram tudo papel. Era um setor grande, em Santos, que na época centralizavam-se lá a delegacia e o porto. A declaração era feita em papel, batia-se um carimbo, o Darf era pago no banco e tinha de levá-lo carimbado. Agora, como saber se ele era autêntico? Hoje, não existem mais estes problemas de recolhimento. Mudar para o virtual traz melhoria no atendimento e redução do custo Brasil.

IWB - Como vocês combatem as milhares tentativas de invasão de hackers?
Cláudia - O maior investimento é com firewall. Também temos uma política que os usuários internos até reclamam e nosso prestador de serviço responsável pelo site possui um grupo que fica acompanhando as tentativas de ataque. Este é um foco. O outro foco é aquela história que sempre falamos: você também tem um caminho crítico interno, de ataque interno de funcionários, alguém que tente acessar dados. Quando você tem uma instituição formada por seres humanos, existe sempre um probleminha e para isto há uma política, uma corregedoria ativa e a cultura. No passado, quando os dados ficaram mais disponíveis, existia uma curiosidade e as pessoas acabavam acessando informações até por inocência. Teve um que queria saber quanto que ganhava um superintendente de um determinado lugar e ele entrou na declaração. Mas nós rastreamos e ele foi chamado para esclarecer por que fez aquilo.

IWB - Cabe a vocês treinarem.
Cláudia - Há treinamentos para funcionários novos e uma das aulas é como se portar. Ou seja, não é porque você tem a senha que pode ver. Todo o acesso deve ser motivado. A curiosidade não é aceita. Além disto, há a política de segurança interna, todos têm certificados digitais e os acessos têm log. E, do lado da TI, o principal desafio é incrementar, avançar sempre. Estamos em um estágio bastante positivo. Usávamos código e senha, depois passamos para acessos criptografados e, na próxima etapa, para certificado digital. Hoje usamos um certificado digital como CPF e o próximo passo é migrar para token, porque queremos mobilidade e o cartão necessita de um software. Queremos segurança mais mobilidade.

IWB - O que mais vocês vislumbram?
Cláudia - Comunicação unificada. Existe uma serie de atividades na RF que são remotas. E, às vezes, há mais ganho de produtividade remotamente que presencialmente. Outra coisa é o atendimento virtual. O sonho é a Receita ser um órgão virtual. Com isto, fica cada dia mais preciso.

IWB - Quais vantagens você enumera em ficar tudo virtual?
Cláudia - Diminuição do custo Brasil, melhoria de atendimento e de imagem, facilidade dos procedimentos, redução de trabalho braçal, o que pode ser alocado para a atividade-fim.

IWB - Há novidades para o Sped?
Cláudia - O secretário deu uma determinação de que quer outro módulo de contabilidade implementado até o fim do ano. Mas para isto precisamos verificar com o prestador de serviço como está a infraestrutura dele. O foco original do Sped não é aumento de arrecadação, mas tornar os processos mais virtuais e, assim, poder acabar com as obrigações acessórias, além de ter maior integração com a secretaria de fazenda.

IWB - Qual é o maior desafio da TI hoje?
Cláudia - Ter a ciência de que os recursos são limitados e que você precisa fazer uma gestão eficiente para que as prioridades sejam estabelecidas e alinhadas com os projetos estratégicos da instituição, saber o que é importante para a Receita.

IWB - Você acredita que no futuro vamos ter um documento único como ocorre em outros países?
Cláudia - É uma questão de governo, mas acho que uma hora vai haver a unificação. Vimos isto no cadastro sincronizado, um projeto que começou há alguns anos. Antes, precisava-se tirar o CNPF, a inscrição estadual e a inscrição municipal, mas com o cadastro sincronizado faz-se tudo em uma única entrada. Nem todos os Estados implementaram, porque envolve uma série de requisitos. Então, acho que isto chega ao CPF e RG, mas, no primeiro momento, o foco é no CNPJ.

Fonte: InformationWeek Brasil
21/09/2010
Roberta Prescott

terça-feira, 21 de setembro de 2010

TJ-RS otimiza armazenamento de audiências online

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul contratou a Cimcorp para a implementação de dois sistemas de armazenamento de conteúdo fixo em ambiente de replicação entre os dois sites da instituição. Além da implementação, a empresa oferecerá treinamento para a equipe de informática.
O TJ-RS decidiu otimizar sua solução de gravação de audiências em vídeo, já que ela gera um volume considerável de dados, sendo utilizada por cerca de 400 salas de audiência espalhadas pelo Estado.

Como os computadores nos quais são realizadas as gravações e os servidores de cada comarca possuem capacidade limitada de armazenamento, os dados são enviados para o repositório central, localizado no Departamento de Informática, em Porto Alegre.

Sem espaço suficiente para gravar e deixar todos os vídeos disponíveis, a solução foi escolhida para que os dados das audiências e os documentos gerados pelo Processo Eletrônico pudessem ser arquivados.

Entre os principais benefícios oferecidos pela arquitetura estão o fato de permitir a atribuição de uma assinatura digital única que permite a indexação e adição de metadados para mecanismos de busca.

Além disso, a garantia de autenticidade, imutabilidade e disponibilidade durante o período de retenção estabelecido, privacidade, já que não pode ser acessado por usuário ou aplicação não-autorizados e a expansão para até 120TB de área e 5 bilhões de objetos líquidos em um único cluster são outros benefícios destacados.

"A solução trará agilidade ao Sistema Judiciário do Rio Grande do Sul e facilitará os trâmites de armazenamento e classificação de conteúdo, com garantia de apoio para a migração dos dados no formato de processo eletrônico", afirmou Savino Vilson Fucci, Diretor Regional da Cimcorp.

Fonte: Decision REPORT
21/09/2010

documentos eletrônicos, certificação digital, processos eletrônicos, guarda de documentos digitais, assinaturas de longa duração, carimbo do tempo


O Judiciário está capacitado para lidar com processos eletrônicos?

Regina Tupinambá
O judiciário está, de fato, avançando em alta velocidade na questão dos processos eletrônicos, no entanto seus principais usuários, os advogados e os serventuários da justiça não estão acompanhando essa evolução.

Vivemos várias  fases da evangelização sobre documentos eletrônicos e já avançamos muito nesse sentido.

Não precisamos mais ensinar a sociedade o que é um certificado digital. Chave pública e privada, função de hash ou como Alice e Bob trocam mensagens assinadas e criptografadas.

Também não precisamos mais divulgar as normativas que regularizam essa atividade e nem apresentar partes da lei que institui valor legal aos documentos eletrônicos assinados digitalmente.

Precisamos agora aculturar a sociedade para lidar com o documento eletrônico, assinado digitalmente, com o carimbo do tempo para registrar sua tempestividade, como guardá-lo e como garantir sua assinatura de longa duração.

Adicionalmente, precisamos estar atentos quanto aos recursos tecnológicos que utilizaremos  no futuro para abrir documentos e comprovar sua autenticidade utilizando tecnologia da época, sistemas operacionais e hardwares.

Ainda teremos um longo caminho a percorrer,  muitos artigos a serem divulgados e muitas adequações nos conteúdos programáticos dos cursos.

Importante é que já percebemos um forte movimento em direção a capacitação sobre documentos eletrônicos, certificação digital, processos eletrônicos, guarda de documentos digitais, assinaturas de longa duração, carimbo do tempo etc.

A hora da capacitação do Judiciário Brasileiro é agora.  Divulgue sempre que possivel os cursos e treinamentos sobre documentos eletrônicos.

Regina Tupinambá

ANGC - Contract Management

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Ampliação da Segurança na Emissão de Certificados Digitais


Voto conjunto do Ministério da Fazenda e da camara-e.net propõe tomada de medidas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil em face da emissão irregular de Certificados Digitais.

REUNIÃO DO CG DA ICP-BRASIL


Voto conjunto do Ministério da Fazenda e da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico - camara-e.net, de 16 de setembro de 2010.

Propõe a tomada de medidas pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil em face da emissão irregular de certificados digitais.

CONSIDERANDO que a validação da solicitação de um certificado compreende etapas que devem obrigatoriamente ser realizadas mediante a presença física do interessado;

CONSIDERANDO o disposto na Resolução nº 79, do Comitê Gestor da ICP-Brasil, de 28 de maio de 2010, que determinou, dando nova redação ao item 3.3.1.1, alínea a, item i do DOC-ICP-05, que no caso de pessoa jurídica, a comprovação da identidade da pessoa física que se apresenta como responsável pelo uso do certificado ou como representante legal pode ser admitida por procuração, apenas se o ato constitutivo prever expressamente tal possibilidade, devendo-se, para tanto, revestir-se da forma pública com poderes específicos para atuar perante a ICP-Brasil;

CONSIDERANDO que, em que pese o determinado nas normas da ICP-Brasil e na Medida Provisória 2.200-2, tem-se noticiado no mercado a existência de práticas por parte de entidades credenciadas na ICP-Brasil de permitirem a identificação de futuros titulares de certificados digitais mediante o comparecimento de terceiros munidos de procuração outorgada pelo interessado, sem que estes instrumentos estejam revestidos da forma pública;

CONSIDERANDO ainda o conjunto de medidas adotadas pelo Ministério da Fazenda, em 14.9.2010, no sentido de tentar evitar o abuso e as fraudes a partir do acesso indevido a dados cobertos pelo sigilo fiscal de contribuintes;

CONSIDERANDO que neste conjunto de medidas, o Ministério da Fazenda estimulará a adoção da certificação digital para a consulta aos dados cadastrais dos contribuintes, valendo-se da confiabilidade e segurança das normas e práticas da ICP-Brasil;

CONSIDERANDO que uma das medidas adotadas pelo Ministério da Fazenda é a de permitir a utilização de procuração por terceiro, para a prática de atos em nome do contribuinte, apenas quando estas procurações revistam-se da forma pública;

CONSIDERANDO a necessidade de regularizar o legado de certificados digitais emitidos em desacordo com requisitos de segurança no que toca à identificação dos titulares de certificado;

Propomos ao Comitê Gestor:

1) a determinação de imediata revogação dos certificados digitais emitidos em desacordo com as regras vigentes, especificamente no que toca ao desatendimento do previsto no item 3.3.1.1, alínea (a), item i do DOC-ICP-05, consoante justificado acima;

2) a determinação de suspensão, em caráter preventivo, e para evitar o risco sistêmico de segurança na ICP-Brasil, da denominada renovação automática de certificados, prevista pelo item 3.2.2., alínea (b) do DOC-ICP-05, que faculta a possibilidade de solicitação por meio eletrônico, assinada digitalmente, de geração de novo par de chaves antes da expiração do atual.


ODILON NEVES JÚNIOR
Ministério da Fazenda


MANUEL DANTAS MATOS
Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico

19/09/2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ITI: Brasileiro terá identidade eletrônica

O projeto piloto terá início ainda este ano com a emissão de 100 mil certificados, 50 mil em parceria com o Tribunal Superior Eleitoral e os outros 50 mil com os Institutos Nacionais de Identificação.

A identidade civil, tanto no mundo real como digital, trará benefícios ao cidadão. O RIC possibilitará o crescimento do número de serviços prestados via internet, tanto dos que necessitem de identidade inequívoca como aqueles que lidem com informações sensíveis, como as fiscais, bancárias ou até as relacionadas à saúde do cidadão.

O Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) fez, na manhã do segundo dia de encontro (15/09), apresentação das várias facetas da inclusão de um certificado digital no RIC. O Instituto foi representado pelo presidente, Renato Martini, pelo Diretor de Infraestrutura e Chaves Públicas, Maurício Coelho, e pelo Coordenador de Operações, André Caricatti. Segundo Martini, o importante foi apresentar ao Comitê que é necessário encarar a certificação digital como mais uma tecnologia de ponta entre as outras que estão sendo adotadas nessa carteira. O importante é introduzir o cidadão brasileiro no mundo e nos benefícios de ter uma identidade eletrônica.

O Comitê Gestor do Sistema Nacional do Registro de Identidade Civil (SNRIC) aprovou, ontem (15/09), a inclusão de certificado digital da ICP-Brasil na nova identidade do brasileiro. O documento terá um número único por cidadão, já que tomará como base as digitais de quem está sendo identificado.

Apesar de resistência de alguns membros do Comitê durante a primeira reunião, ocorrida no final do mês de agosto, a situação se reverteu com a mudança de percepção de alguns ministérios, como a Previdência, e o apoio explicito dos órgãos de identificação. Os institutos dos estados da Bahia, do Distrito Federal, Espírito Santo, Paraná e Tocantins foram eleitos pelos demais estados para representar os institutos de identificação nesse Comitê. Esses membros apresentaram um comunicado estabelecendo o seu apoio à inclusão de certificados digitais.

Em reunião ocorrida hoje (16/09), o assunto repercutiu de forma positiva dentro do Comitê Gestor da ICP-Brasil. A gerente de segurança do Banco do Brasil, Francimara Viotti, lembrou que conforme relatório da Febraban até este ano já houve perdas com fraudes eletrônicas na ordem de R$ 450 milhões e de R$ 1 bilhão ano passado, sendo que fraude de identidade é a mais comum delas.

FONTE: ITI

Práticas cartorárias por meio eletrônico são debatidas em Congresso

A necessidade de informatização dos cartórios e a implantação de novas tecnologias são assuntos que atualmente vêm sendo amplamente discutidos pela classe. O Congresso promovido pelo Recivil, na cidade de Caeté (MG), também explorou o assunto, que foi debatido pelo sócio de Aristoteles Atheniense Advogados e coordenador da Pós Graduação em Direito de Informática da Escola Superior de Advocacia da OAB/SP, Alexandre Atheniense.

O tema “Práticas Cartorárias por Meio Eletrônico” foi apresentando pelo palestrante, que mostrou o caminho sem volta pelo qual a sociedade brasileira está passando. Atheniense enfocou o momento de transição de atos via papel para o procedimento eletrônico.


Alexandre Atheniense participou do
V Congresso Estadual dos Registradores Civis
de Minas Gerais

Segundo o palestrante, o marco inicial destas práticas se deu a partir da lei 11.419/06, a Lei do Processo Eletrônico. “A justiça brasileira tem 85 milhões de processos tramitando. Dá para imaginar isso tudo sendo julgado se não fosse o processo eletrônico?”, indagou o advogado.

Atheniense explicou que a informação só tinha valor quando estava registrada nos livros e nos papeis. Mas agora o que está no meio digital também tem valor. “Vocês vão ter que desaprender hábitos antigos e aprender novos hábitos”, afirmou ele, mostrando a necessidade dos cartórios em investir na tecnologia, como, por exemplo, a criação de um site para as serventias.

“Por que não disponibilizar um site do cartório para ser acessado de qualquer parte do mundo?”, indagou. “Criar um site do cartório é importantíssimo, assim como a adesão aos programas cartorários. Isso gera aumento de receita”, disse o advogado. Outro ponto que o palestrante abordou foi em relação à adesão dos cartórios à certificação digital.

As práticas cartorárias por meio eletrônico
foram debatidas durante a palestra

A certificação digital é uma tecnologia que oferece autenticidade, confidencialidade e integridade às informações eletrônicas. Segundo ele, essas três características são exigidas por lei para que os documentos sejam gerados eletronicamente.

O palestrante explicou ainda que uma das vantagens da certificação digital é a redução do tempo para a realização dos atos e também a economia do uso de papéis.

De acordo com o palestrante, várias normas estão sendo aprovadas para substituir o papel pelo documento eletrônico com certificação digital nas atividades cartorárias, como nas Declarações de Operações Imobiliárias (DOI) - em que a tecnologia é necessária para que a informação seja transmitida legalmente – e nas atas notariais, para, por exemplo, o registro de conteúdos visualizados na tela do computador.
O palestrante enfocou a importância
da adesão dos registradores à certificação digital

Mas de acordo com ele, ainda é preciso difundir a cultura da certificação digital entre os registradores e estimular a relação de confiança entre os profissionais para prestar serviços online. “Capacitar os registradores para o uso dos sistemas, estimular a prática de atos de manifestação de vontade à distância com o uso da certificação digital e atrair cartórios para prover serviços em rede são as metas que os cartorários devem ter em mente para que as novas tecnologias passem a fazer parte do cotidiano das serventias”, concluiu Atheniense, que ao final de sua apresentação sorteou entre os participantes um exemplar do livro de sua autoria: Comentários à lei 11.419/06 e as Práticas Processuais por Meio Eletrônico nos Tribunais Brasileiros.

Fonte: RECIVIL
Publicado em 17/09/2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

STJ admite cópia extraída da internet como prova de tempestividade

 Dr. Alexandre
Atheniense
Comentário da notícia – editor blog DNT Alexandre Atheniense:
Esta decisão gera um precedente muito importante, pois pela primeira vez o STJ reconhece a a validade de um documento gerado em formato digital sem a necessidade do uso da certificação digital. É exemplar a decisāo que reconhece a existência de outros meios de apurar a origem e a fidelidade da publicaçāo eletrônica em sites da internet. Apesar do documento digital que formou o convencimento do Min. Relator ter sido originada de um Portal do Tribunal, espera-se que outros julgados possam admitir o mesmo critério para outras formas de documento
.



O Superior Tribunal de Justiça deu um passo importante para facilitar a vida do advogado nesta quarta-feira (15/9).
A Corte Especial do tribunal admitiu que documentos extraídos de sites do Poder Judiciário são provas idôneas para comprovar a tempestividade dos recursos que recebe.

Ou seja, mesmo sem a certificação digital que era exigida até agora, a cópia de ato do tribunal extraída do próprio site do tribunal serve para provar que o recurso foi apresentado dentro do prazo determinado pela lei. A decisão foi unânime. O entendimento foi fixado em processo relatado pelo ministro Luis Felipe Salomão.

Pela regra, quando há feriado local em que a Justiça não funciona, o prazo para que a parte entre com recurso no tribunal é automaticamente prorrogado. Mas, para comprovar o feriado, é necessário anexar aos autos cópia do ato do tribunal local no qual é fixado o recesso forense.

De acordo com a jurisprudência do STJ, essa cópia deveria ser certificada digitalmente. Com a decisão desta quarta-feira, os ministros admitiram a cópia sem a certificação desde que conste no documento o endereço eletrônico de origem e a data no qual ele foi impresso.

“Documentos eletrônicos extraídos de sítios eletrônicos da Justiça, como as portarias relativas à suspensão dos prazos, impressas com identificação de procedência do documento, ou seja, com o endereço eletrônico de origem e data de reprodução no rodapé da página eletrônica, e cuja veracidade é facilmente verificável, possuem os requisitos necessários para caracterizar prova idônea, podendo ser admitidos como documentos hábeis para demonstrar a tempestividade do recurso”, sustentou o ministro Luis Felipe Salomão.

Em seu voto, Salomão registrou que, em tempos de processo eletrônico, o STJ se depara com importantes discussões sobre o Direito da Tecnologia, “cujos maiores desafios assentam no combate às inseguranças inerentes ao meio virtual e na conferência de eficácia probatória às operações realizadas eletronicamente”. Por isso, para o ministro, a posição fixada até então pelo tribunal deveria ser revista.

O entendimento de Luis Felipe Salomão foi endossado por todos os ministros da Corte Especial. Com a decisão, o STJ passará a aceitar como prova de que o prazo para entrar com recurso foi prorrogado por conta de feriado forense, a cópia do ato que instituiu o feriado, mesmo que sem certificação eletrônica, desde que no rodapé do documento impresso conste a data e o endereço eletrônico do site do tribunal em que ele foi captado.

Fonte: Conjur via blog DNT Alexandre Atheniense

Saiba o que é tempestividade e temporalidade no artigo que escrevi sobre Carimbo do Tempo.
Clique e leia! Neste artigo trato desses dois relevantes aspectos no âmbito dos documentos eletrônicos. 
Regina Tupinambá

Identidade Digital do brasileiro terá Certificação Digital

Decisão do Comitê Gestor do Sistema Nacional de Registro de Identificação Civil transforma identidade civil em identidade eletrônica.


Nova identidade do brasileiro terá certificação digital
Por Redação do IDG Now!

O Comitê Gestor do Sistema Nacional de Registro de Identificação Civil, coordenado pelo Ministério da Justiça, aprovou no início da noite de quinta-feira (15/7), em Brasília, a certificação digital do cartão RIC (Registro de Identificação Civil) e os estados candidatos que participarão do projeto-piloto de emissão da nova carteira de identidade do brasileiro.

Alagoas, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Santa Catarina e o Distrito Federal serão os estados candidatos a receber os primeiros cartões RIC. O Ministério da Justiça assinou acordo de cooperação técnica com o TSE, que disponibilizará a base de dados biométricos e biográficos colhidos em 64 municípios de 23 estados da federação, a fim de participarem do projeto piloto juntamente com os estados candidatos.
Em reunião anterior, o Comitê já havia definido o modelo carteira que substituirá as cédulas de RG a partir de dezembro deste ano e também sobre que informações do cidadão constarão na nova identidade. A previsão é emitir 2 milhões de cartões RIC no lançamento do cartão. A substituição da carteira de identidade pelo RIC será feita, gradualmente, ao longo de 9 anos.

O que é o RIC?
O RIC é um número único de registro de identidade civil — disponível por meio de um cartão magnético com impressão digital e chip eletrônico — que substituirá gradualmente as carteiras de identidade e poderá agregar futuramente a função de outros documentos, como, por exemplo, o título de eleitor, CPF e PIS-Pasep em um só documento.

O cartão incluirá, obrigatoriamente, nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, impressão digital do indicador direito, o órgão emissor, local e data de expedição e de validade. Constará também um código conhecido como MRZ (sigla em inglês para zona de leitura mecânica), uma sequência de caracteres de três linhas que agiliza o processo de identificação da pessoa e das informações contidas no documento.

Para armazenar e controlar o número único de registro de identidade civil e centralizar os dados de identificação de cada cidadão, o governo criou ainda o Cadastro Nacional de Registro de Identificação Civil.

Fonte: Nova identidade do brasileiro terá certificação digital
Por Redação do IDG Now!
Atualizada em 16 de setembro de 2010 às 13h58

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Certificado de Atributo

Regina Tupinambá
O avanço da Internet e das demais tecnologias, aliado às demandas de negócios e a necessidade de organizações aprimorarem seus processos, impulsionam cada vez mais o desenvolvimento das relações no mundo eletrônico.

Em virtude da volatilidade desse meio de comunicação e relacionamento, a integridade das informações é fundamental para que haja confiança nos documentos eletrônicos.

Não menos importantes os fatores, Autenticidade, Sigilo e Valor Legal que os Certificados Digitais conferem as relações estabelecidas através do meio eletrônico.

 Eu acrescento sempre a esses quatro fatores  da certificação digital básicos, e mais divulgados, Tempestividade e Temporalidade conferidas pelo uso do Carimbo do Tempo, e também o caráter de “Alçadas e Poderes” atribuídos pelos  Certificados de Atributo.

Quem tem poderes legais para assinar e quem pode acessar documentos eletrônicos que estamos produzindo? Falaremos neste blog sobre o controle das revalidações das assinaturas de longa duração, mas isso é mais para frente.

Bem, já discorremos muito nesses últimos anos sobre PKI, ICP, Autoridades Certificadoras, Certificados Digitais, Documentos Eletrônicos, Processos Eletrônicos, Carimbo do Tempo e agora falaremos cada vez mais sobre CERTIFICADOS DE ATRIBUTO.

Ontem lendo uma matéria divulgada na Internet me motivei a escrever este artigo.

Recadastramento de funcionários e troca de senhas resolverá o problema de acesso indevido em curto prazo, mas não é a solução definitiva. O ideal seria a utilização de CERTIFICADOS DE ATRIBUTO.

Senhas são armazenadas e podem ser acessadas e utilizadas com facilidade por terceiros que não o usuário atrelado a ela. Certificados de atributos, não. A penalidade para o compartilhamento de senhas não garante que o usuário não será vítima do furto de sua senha. Sempre a ele será dado o direito ao “REPÚDIO” a autoria de uma determinada ação.

Os certificados de atributos devem ser utilizados em conjunto com certificados digitais o que aumenta a segurança para instituição e para os próprios titulares.

Certificados de Atributos são baseados em Certificados Digitais (X.509), porém seguem outra abordagem. Enquanto os Certificados Digitais tem um caráter de Identificação, os Certificados de Atributos possuem um caráter de Autorização

O Certificado de Atributo dá acesso à sistemas operacionais, aplicações, dados e até mesmo à ambientes físicos. Ao proprietário é atribuído em um dos campos do certificado, um atributo que lhe permite os acessos e o credencia para assumir responsabilidades. 

Uma vez que, seu portador deixe de possuir um atributo, por qualquer motivo (demissão, revogação de licença de exercício de profissão, mudança de cargo, empresa ou endereço empregatício etc.) somente será preciso que o emissor revogue o certificado de atributo, permanecendo válido o certificado pessoal, por exemplo, o e-CPF que só pode ser revogado pelo próprio titular.

O tema esta sendo discutido no momento pelo Comite Gestor da Internet do Brasil.

Enquanto um certificado digital é emitido por uma AC- Autoridade Certificadora e o Carimbo do Tempo por uma ACT- Autoridade de Carimbo do Tempo , os Certificados de Atributo são emitidos pelas AA, Autoridades de Autenticação.

Certificado de Atributo já vem sendo discutido pela FEBRABAN o que pode ser acompanhado pela matéria feita durante o evento CIAB 2010 quando a representante do Banco do Brasil Francimara Viotti fala sobre esse recurso para os bancos.

Certificados de Atributo serão utilizados não só por órgão públicos ou Bancos,  mas por empresas em geral, hospitais, laboratórios, indústria etc...

Falarei mais sobre o tema em breve

Regina Tupinambá

Mantega anuncia pacote de segurançapara evitar vazamento de dados

14 setembro 2010

O Ministério da Fazenda divulgou nesta terça-feira (14) medidas para prevenir quebras indevidas de sigilo fiscal pela Receita Federal. As mudanças visam reforçar a segurança das operações do Fisco e foram anunciadas há pouco pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, e deverão entrar em vigor gradualmente a partir de novembro.

A primeira providência será o recadastramento dos funcionários que têm senhas de acesso a dados fiscais. Segundo Mantega, as senhas serão restringidas a funcionários que efetivamente tenham atribuição de investigar. Funcionários cedidos de outros órgãos, como o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), não terão mais acesso aos dados fiscais dos contribuintes.

Além disso, o contribuinte saberá se algum funcionário da Receita acessou os dados fiscais. A motivação para a consulta terá de ser declarada antes do acesso e registrada no cadastro de contribuintes. Os acessos serão impressos na declaração, com data e nome do funcionário responsável.

O contribuinte também terá a opção de blindar o acesso à declaração do Imposto de Renda a terceiros. Dessa forma, caso o contribuinte queira, somente as autoridades poderão consultar os dados, sendo vedado o acesso por meio de contadores e procuradores.

Quem permitir o uso de procurações só poderá expedir o documento em cartório, que informará digitalmente à Receita que emitiu o documento. Hoje, a procuração pode ser feita na Receita e somente a firma precisa ser reconhecida em cartório.

A Receita estimulará ainda que o Poder Judiciário use o sistema eletrônico para ter acesso aos dados fiscais requeridos por juízes. De acordo com o ministro, o sistema existe, mas os tribunais preferem requerer as informações por meio de papel, o que abre brecha para falsos pedidos.

Será criado ainda um sistema de alerta para acessos não usuais. Quando o volume de acessos em uma unidade da Receita ultrapassar o habitual, se a consulta for feita fora de horário ou se alguém de uma região acessar dados de contribuintes de outras regiões, as chefias da Receita serão automaticamente avisadas.

O Fisco identificará ainda pessoas politicamente expostas, que estejam mais sensíveis a violações de sigilo. A medida abrangerá ocupantes e ex-ocupantes de cargos políticos. Caso haja acesso a dados desses contribuintes, a área de inteligência da Receita comunicará o fato às chefias. Segundo Mantega, o governo estuda ainda se estenderá a prerrogativa a parentes dessas pessoas.

O governo editará ainda uma medida provisória para aumentar as penalidades para os funcionários infratores. Atualmente, em caso de acesso imotivado ou de empréstimo de senha, o servidor está sujeito apenas à suspensão ou advertência. Com as novas regras, quem ceder a senha pessoal a terceiros será automaticamente demitido. Em caso de acesso sem justificativa, o servidor será suspenso e sua conduta, investigada. Se as investigações constatarem consulta imotivada, o servidor será demitido.

De acordo com Mantega, as mudanças têm como objetivo dificultar a violação de dados fiscais de contribuintes sem comprometer as atividades de investigação da Receita Federal. “Queremos aumentar a segurança do contribuinte, mas sem prejudicar a operacionalidade do sistema. Se blindar totalmente, nem o contribuinte terá acesso aos próprios dados, nem a Receita consegue investigar”, declarou.

Wellton Máximo , Da Agência Brasil
14 setembro 2010

Internet Founder Tim Berners-Lee Details 4 Concerns About Future of Mobile Web

This morning at Nokia World 2010 in London, Sir Tim Berners-Lee, widely known as the inventor of the Web, addressed the audience in a keynote speech where he spoke about the future of mobile technology, including both the positive impacts it brings as well as the areas of concern. After encouraging developers to build for the Web, so as to deliver applications that work on all types of devices, even the ones that haven't been invented yet, he then proceeded to detail areas which need addressing, specifically privacy, accountability, network neutrality and the 80% of the world that doesn't have access to the World Wide Web.

The Mobile Web Today: Location is Just "Tip of the Iceberg"

Berners-Lee began his keynote by discussing the improvements we've seen in technology in recent years, most notably the ability of our devices to be location-aware. However, he says, "location-awareness is just the tip of the iceberg." Devices already know so much about you: your geographical position, which way is up, which direction you're headed, etc., but future devices may know more than this. For example, they may know about your medical information and your physical state. Perhaps they could tell when you're excited by measuring heart rate increases, he said.

Another major improvement which is impacting the Web is the explosion of data available online, a project which he has heavily contributed to, here in the U.K. with data.gov.uk and its U.S. counterpart data.gov. Not so long ago, less than 10 years ago, in fact, "data" on the Web consisted of governments uploading a scanned document, like a spreadsheet that would be posted as a PDF on a government-hosted website. If anyone ever wanted to do anything with that data, they would have to re-type the information. Today, that same type of data is more accessible - the raw data itself is available and, says Berners-Lee, there's a race between governments and other organizations as to who can provide the best and most interesting data.

As for how data access relates to mobile, Berners-Lee explained that data drives development on mobile, just as it does on the Web as a whole. Even a basic calendaring type of application is data-driven. By combining the aspects of mobile technology, like location-awareness, with the semantic Web of data, entirely new types of mobile applications can exist. Most recently, augmented reality applications are an example of this pairing, tying together location with data to identify points of interest just by aiming your mobile phone at something like a landmark or building.

4 Concerns about the Future of Mobile
All that being said, Berners-Lee also mentioned that there are concerns which we need to be aware of when moving forward with mobile technology. They are as follows:

1. Privacy
The challenge of privacy is one many companies, both mobile and otherwise, have been dealing with in recent months. However, on mobile phones, the problem that has not been worked out yet is how to allow a user to share their location while still making it easy for them to understand when they're sharing critical information, how much control they have over that information and who can access that data. The challenge here is how to do all this without getting in the way of the user's experience.

The solution, says Berners-Lee, is that we may need to re-adjust our ideas about privacy. "I think that we'll end up having to think about privacy from a different point of view," he said.

2. Accountability
Along the same lines of user privacy, is the idea that companies that want access to our critical information have a responsibility to build systems that respect that data. "Responsible" companies that are accountable for how they use our data are key. Clearly, this is a struggle many companies are dealing with now, and no one has a winning formula yet.

3. Neutrality
A perennial favorite topic for Berners-Lee is the idea of network neutrality, referring to regulations that forbid prioritizing the speed or access with which one company's data is available over another's. Companies that want you to use their services have an incentive to end neutrality for their own benefits - for example, those that provide voice services may want to slow down access to VoIP services.

Here Berners-Lee was the most passionate, saying point-blank that "the moment you let neutrality go, you lose the Web as it is - you lose the idea that you can click a link and go anywhere."

4. Bringing Web Access to the Rest of the World
The last point also involved a project in which Berners-Lee is involved: providing Web access to the 80% of the world that doesn't go online. He works on this issue through the foundation at webfoundation.org, which examines the challenges in this area. Surprisingly, lack of signal with which to log onto the Web is not the main thing holding back the spread of the Web. 80% of the world has access to the Web, but, for some reason, chooses not to use it.

The cost of data is partially to blame in many cases for this, and for those who cannot afford data plans through their carriers, they're limited to SMS for sharing information. But SMS is very constraining, says Berners-Lee. What's needed instead are better, more low-cost data plans for mobile phones. Carriers should want to offer these plans because once people get a taste of what a data plan can provide, they're potential customers for an upgrade to a more expensive plan that offers even more data and would generate more revenue for carriers.

Affordability of Web access is an area which Nokia thinks about when building their technologies. For example, Nokia's Ovi Maps service uses compression so as not to need data access when zooming in and out, unlike competing service from Google Maps. Nokia's messaging services also compress data and as, Mary McDowell, Nokia's EVP of Mobile Phones, mentioned in the keynote speech following Berners-Lee's, Nokia's recent acquisition of mobile Internet company Novarra was primarily for access to its proxy-browsing browser technology, which saves on clicks, while also providing faster and more efficient access to the Web. This is an important technology for emerging markets where data plans are pricey, but needed


Receita informa as principais medidas para aperfeiçoar o sistema de proteção ao sigilo fiscal

Brasília, 14 de setembro de 2010

Nota à imprensa

A Receita Federal do Brasil informa as principais medidas anunciadas pelo Ministro da Fazenda para aperfeiçoar o sistema de proteção às informações protegidas pelo sigilo fiscal

1. O contribuinte poderá optar pelo atendimento virtual da Receita Federal (e-CAC) para acesso às próprias declarações do Imposto de Renda, com certificado digital. Neste caso, o acesso às suas declarações ficará bloqueado aos servidores nos Centros de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal.

2. Os acessos à declaração dos contribuintes passarão a ser feitos somente após registro prévio da motivação. Este dado se somará aos registros de acesso de que a Receita Federal já dispõe, o que permitirá ações de controle mais rápidas e mais eficazes.

3. Todas as impressões de declarações conterão marca d’água e código que permitirão o rastreamento e a finalidade da impressão.

4. Para acessar dados fiscais de terceiros será exigida procuração por instrumento público, com o respectivo extrato encaminhado, eletronicamente, pelo cartório, à Receita Federal para verificação de autenticidade.

5. As informações de interesse da Justiça, nos termos do art. 198 do CTN, serão obtidas diretamente pelo juiz ou serventuário por ele autorizado, de forma eletrônica, com acesso direto à base de dados, sem participação de servidor da Receita Federal.

6. Foi proposto o agravamento das penalidades por empréstimo de senha e acesso sem motivo legal

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Processo eletrônico em lote: em alguns segundos, o trabalho que levaria dez dias

Um acontecimento inédito: no dia 10 de setembro de 2010, o Tribunal Superior do Trabalho fez a primeira distribuição de processos eletrônicos em lote.

No sistema manual, esse procedimento demoraria 10 dias para ser concluído e envolveria o trabalho de, pelo menos, 40 pessoas, desde o recebimento e conferência de guias, impressão de capas e certidões e sua inserção em cada processo, redistribuição interna entre os diversos servidores, separação por relator, nova emissão de guias por relator e, enfim, a entrega dos processos, fisicamente, em cada um dos Gabinetes. Isso sem falar nos recursos que requeiram o parecer da Procuradoria Geral do Trabalho – neste caso, um veículo sai do TST uma vez por semana, para fazer a entrega, e depois volta para retirá-los, começando todo o procedimento interno, até sua distribuição aos Gabinetes.
Com o sistema eletrônico, todas essas etapas se resumem a um “clique” no teclado do computador – e leva apenas alguns segundos.

Ministro Milton de Moura França
Pela importância histórica do feito, coube ao presidente do Tribunal, ministro Milton de Moura França, acionar os comandos do laptop em seu gabinete, para que 1.400 agravos de instrumentos, originários dos 24 Tribunais Regionais do Trabalho, fossem distribuídos aos 24 ministros que integram as oito Turmas da Corte. Até então, a distribuição eletrônica de processos envolvia apenas ações originárias (aquelas que iniciam no próprio TST), que, ao longo dos meses de agosto e setembro, chegaram a 40 – o que, segundo o titular da Coordenadoria de Processo Eletrônico, Walcênio Araújo, serviu para proporcionar um primeiro contato com o sistema. A partir de agora, no entanto, toda a distribuição de processos – ações originárias ou recursos – passará a ser feita eletronicamente. “É mais um passo para a consolidação do processo eletrônico no Tribunal Superior do Trabalho”, avalia o presidente Milton de Moura França.

O sistema, que começou a ser implantado em novembro de 2009, primeiramente com os processos de competência da Presidência do TST, foi estendido a todos os recursos que são encaminhados pelos Tribunais Regionais do Trabalho, a partir do dia 2 de agosto de 2010, data que marca, oficialmente, o lançamento do processo eletrônico na Corte. Mais recentemente, no dia 1º de setembro de 2010, foi implantada mais uma facilidade aos advogados: o cadastro com certificação digital. Para isso, o presidente do Tribunal, ministro Milton de Moura França, alterou a regulamentação anterior, que previa a validação do cadastro apenas de forma presencial. Com a modificação, uma vez validado o cadastro, o advogado estará credenciado e receberá, no endereço eletrônico indicado no formulário, o “login” e a senha para acesso ao sistema. Enquanto isso, todo o estoque remanescente de processos em papel, que ainda se encontram no Tribunal, está sendo digitalizado. A previsão é que, até o final de dezembro, não haja mais nenhum processo no TST que não seja eletrônico. “É o fim do processo físico, que trará, entre outros benefícios, maior celeridade na tramitação, segurança e uma economia significativa para os cofres públicos”, declara o ministro Milton de Moura França.

Os avanços do TST com o processo eletrônico vêm obtendo grande repercussão na mídia. Além de diversas matérias de jornais como o Correio Braziliense, O Estado de S. Paulo e o Valor Econômico, a TV Globo apresentou, no dia 27 de agosto, reportagem no programa “Bom Dia Brasil”, em que destaca as vantagens do processo eletrônico. (veja o vídeo)


Fonte: Tribunal Superior do Trabalho 14/09/2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Certificado Digital é no Cartório


Arpen-SP lança a campanha Certificado Digital é
no Cartório

Cartórios estão autorizados a emitir certificados digitais, que passa a ser obrigatório para se efetuar o registro de nascimento em maternidades. Mais do que nunca, Certificado Digital é no Cartório. Clique aqui e conheça a campanha: Certificado Digital é no Cartório da Arpen-SP


A Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP) lança nesta segunda-feira (13.09) a sua nova campanha de disseminação dos conceitos e importância da Certificação Digital para o segmento registral. A campanha ¿Certificado Digital é no Cartório¿ ilustrará uma série de publicações da entidade nos próximos meses e visa motivar ainda mais a adesão dos Cartórios de Registro Civil das Pessoas Naturais à formação da maior rede de emissão de certificados digitais no País.

Desde o inicio do mês de julho, após a publicação do Provimento nº 11/2010, a Corregedoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo (CGJ-SP) autorizou os cartórios de Registro Civil das Pessoas Naturais a tornarem-se Instalações Técnicas (IT¿s), autorizadas a emitir certificados digitais à população brasileira. As IT¿s são vinculadas às suas respectivas Autoridades Registradoras, no caso do Registro Civil, à AR-Arpen-SP, que por sua vez estão subordinadas às Autoridades Certificadoras (AC¿s), no caso dos registradores civis, à AC BR, vinculadas à Receita Federal.

A campanha "Certificado Digital é no Cartório", promovida pela Arpen-SP conta com a participação de personagens que foram essenciais para que os cartórios pudessem praticar esta nova atribuição, entre eles integrantes dos Poderes Executivo e Judiciário, além de líderes da atividade do Registro Civil no Estado de São Paulo.

A utilização do documento eletrônico pelos cartórios de Registro Civil ganhou ainda mais importância em razão da edição do Provimento nº 13/2010, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que prevê a necessidade da utilização do certificado digital para a realização dos registros em maternidades de todo o País.

Portanto não perca mais tempo. Certificado Digital é no Cartório.

Clique aqui e torne-se uma Instalação Técnica da AR-Arpen-SP.

Para saber mais sobre a emissão de certificados digitais

Clique aqui e conheça o novo serviço oferecido pelos cartórios paulistas.

Esta campanha foi idealizada pelo Departamento de Comunicação da Arpen-SP e desenvolvida por Fabiano Silva de Souza e Demetrius Brasil Faria da Silva .

Fonte: :: Notícias JusBrasil  Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo

Arpen-SP lança a campanha Certificado Digital é no Cartório

domingo, 12 de setembro de 2010

OAB Nacional promove dia 15 o seminário Advocacia e Processo Eletrônico

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil promove na próxima quarta-feira (15), das 9h às 18h, em sua sede, o seminário Advocacia e Processo Eletrônico.

Dr. Ophir Cavalcante -
 Presidente da OAB Federal
O evento, que será aberto pelo presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, vai discutir temas relacionados à certificação digital, peticionamento eletrônico e o panorama para o exercício da advocacia frente à nova realidade.

Os expositores do seminário são membros da Comissão Especial de Informática do Conselho Federal da OAB, representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Justiça do Trabalho, Justiça Federal e membros de comissões de Informática das Seccionais.

A programação completa do seminário, ficha para inscrições gratuitas e outras informações podem ser acessadas na página principal do site www.oab.org.br (clicar no ícone Advocacia e Processo Eletrônico) bem como pelo telefone (61) 2193-9651.(Ordem dos Advogados do Brasil)

Comissão da Câmara dos Deputados aprova emissão eletrônica de faturas e duplicatas « Economia Digital

Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 5, projeto de lei do deputado Edinho Bez (PMDB-SC), que autoriza as empresas a emitirem Faturas e Duplicatas Eletrônicas.

O projeto tem como foco a simplificação da comunicação entre as empresas e os bancos que prestam o serviço de cobrança eletrônica. Se a proposta for transformada em lei, a Duplicata Eletrônica poderá ser aceita como prova do compromisso entre o credor e o devedor. Assim, com base nesse documento, será possível protestar títulos – exigir pagamentos atrasados – ou formalizar pedidos de falência. O relator da matéria na comissão, deputado Guilherme Campos (DEM-SP), defendeu a aprovação da medida.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Economia Digital
Agência Câmara.