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O objetivo desse Blog é apresentar essa fantástica e importante tecnologia, de forma simples, para que pessoas que não dominam aspectos técnicos também possam acompanhar a evolução da adoção da Certificação Digital e o universo que gira ao seu redor:

Certificado Digital para Assinatura e Sigilo, Certificado de Atributo, Carimbo do Tempo, Documentos Eletrônicos, Processos Eletrônicos, Nota Fical Eletrônica, TV Digital, Smart Card, Token, Assinador de Documento, Gerenciador de Identidades etc..

Este Blog publica matérias e artigos extraídos da mídia que expressam a opinião dos respectivos autores e artigos escritos por mim que expressam, exclusivamente, minha opinião pessoal sem vínculo a nenhuma organização.

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Mostrando postagens com marcador hacker. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Site Blindado’ é invadido por hackers

'Não prejudicamos ninguém, o serviço é inútil", disseram invasores.

Selos trocados estão sendo exibidos para alguns internautas. 





Página principal do serviço e selos foram alterados. Hackers deixaram protesto e acusaram  empresa de ‘enganação’.

O site oficial do Site Blindado, selo de segurança destinado a sites de internet, foi comprometido pouco após a meia-noite deste sábado (27). Os invasores deixaram uma mensagem criticando o serviço da empresa, dizendo que é a “maior enganação”.

A página pichada foi registrada no site Zone-H e não contém nenhum código malicioso, apenas o texto de protesto. Confira →

Na mensagem deixada, os hackers, identificados como “jbm” e “phobz”, se descrevem como “hackers do bem”, que não têm interesse em “vandalizar na internet” e que só atuam realizando atividades ilícitas quando “há algo de errado”. Eles dizem que tentaram comunicar os administradores do Site Blindado sobre os problemas, mas que não houve retorno.
Não poderiam garantir a segurança de outros sites, pois sequer não tinham a capacidade de manter a propria empresa segura. Como eles nao tomaram providencias, resolvemos da nossa maneira, pois não poderiamos deixar as pessoas serem enganadas. (sic)
Em resposta a um questionamento da Linha Defensiva, os hackers afirmaram que o contato foi feito dois meses antes da invasão, e que um segundo contato foi tentado um mês depois. De acordo com eles, não houve resposta. 

“Não prejudicamos ninguém! Mas eles provém um serviço inútil! Nem Nagios1 eles usam pra avisar que o index [página inicial] foi alterado”, afirmaram os invasores.

A Linha Defensiva tentou contato com os responsáveis pelo Site Blindado, mas ainda não obteve resposta. Até a publicação desta reportagem, a página pichada continuava on-line.

Selo trocado

Além de pichar os sites, os hackers ainda trocaram os selos exibidos pelo “Site Blindado” nas páginas dos clientes. A Linha Defensiva apurou que nem todos os internautas estão vendo as imagens trocadas, mas elas estão, sim, sendo exibidas.

Exceto pela imagem trocada, a invasão não levou ao comprometimento dos sites clientes do Site Blindado.



Página informativa sobre o serviço, exibida quando o usuário clica no selo, exibe selo hackeado. Os sites clientes em si, porém, não sofreram invasão. (Foto: Reprodução)


 Fonte:Redação Linha Defensiva | 27/10/2012 01h28

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Mais de 40% das empresas está desprotegida contra ciberataques

Pesquisa revela que 75% dos entrevistados têm dúvidas de que a empresa seja aprovada em uma auditoria e mais da metade declarou que já foi reprovada.

Um estudo da empresa de segurança online McAfee revela que 41% das organizações estão desprotegidas ou desconhecem os riscos à segurança de seus dados, e que 40% estão totalmente inseguras em relação à implementação de contramedidas.

O relatório 'Panorama de Risco e Conformidade: 2011' constatou que cerca da metade das empresas planeja investir este ano 21% mais em soluções de risco e conformidade. A maioria dos profissionais da área de TI prefere soluções automatizadas e integrada, aponta o estudo.

Em relação à conformidade normativa, 75% dos entrevistados têm dúvidas de que a empresa seja aprovada em uma auditoria e mais da metade declarou que já foi reprovada. Cerca de 10% das empresas indicaram que essas reprovações resultaram em multas emitidas por entidades governamentais ou do próprio setor. Os bancos de dados também estão entre os maiores desafios de infraestrutura em termos de conformidade com exigências legais.

Entre as principais conclusões, 41% das empresas indicaram investimentos em monitoramento da atividade de bancos de dados e 45% das empresas aplicam patches semanais em seus sistemas; metade das empresas disse que tenta proteger os dados por meio da aplicação de patches em todos os elementos do sistema;84% dos entrevistados sentem que suas empresas e operações comerciais são afetadas por patches inesperados e 37% têm dúvidas de quais ativos precisam de patches quando surge uma nova ameaça.

Em relação aos investimentos, 24% das organizações estão investindo mais de US$ 250 mil anuais em auditores. A conformidade é vista como fator determinante dos orçamentos em 25% dos projetos de TI. O relatório mostra que 40% das organizações entram em 'modo de emergência' em função da proximidade de uma auditoria normativa, afastando os recursos essenciais das prioridades estratégicas.

Cerca de 40% não sabe se é capaz de converter riscos de TI em riscos comerciais. Entretanto 56% das organizações indicaram que a adição de conhecimento de contramedidas às análises de riscos traria o maior benefício. Já 60% dos entrevistados acreditam que cerca de 10% do tempo de inatividade pode ser atribuído a alterações não autorizadas que ocorrem ao longo do ano.

'As empresas estão enfrentando cada vez mais pressão para proteger as informações e a privacidade dos clientes, além de suas próprias informações. Isso gera a necessidade de um grande foco no gerenciamento de risco e conformidade', diz Stuart McClure, vice-presidente sênior e gerente-geral de Risco e Conformidade da McAfee.

Encomendado pela McAfee e conduzido pela Evalueserve, o relatório Panorama de risco e conformidade: 2011 teve participação de 353 profissionais de TI, consultores e analistas de segurança de empresas com mais de 500 funcionários. Os entrevistados atuam na avaliação, na seleção, no gerenciamento diário e na manutenção das soluções de segurança. A Evalueserve realizou a pesquisa na Austrália, Canadá, França, Alemanha, Nova Zelândia, Cingapura, Reino Unido e Estados Unidos.

Fonte: Segurança - IDG Now!

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A validação dos usuários para emissão dos certificados é realizado pela própria organização, sendo assim, requer menos investimento. Vale a pesquisa!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

WikiLeaks e Certificação Digital

 
Entenda a forte relação entre WikiLeaks e Certificação Digital 

WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis.

O site foi construído com base em vários pacotes de softwares. Apesar do seu nome, WikiLeaks não é um wiki.  Leitores que não têm as permissões adequadas não podem editar o seu conteúdo.

Para a postagem, WikiLeaks utiliza o TOR visando preservar a privacidade dos seus usuários, e garante que a informação colocada pelos usuários não é rastreável. 

TOR - The Onion Router, é uma rede de computadores distribuída com o intuito de prover meios de comunicação anônima na Internet. 

A rede TOR é uma rede de túneis http (com tls), onde os roteadores da rede são computadores de usuários comuns rodando um programa e com acesso web. O objetivo principal da infraestrutura de segurança do projeto é garantir o anonimato do usuário que está acessando a web.

TLS -Transport Layer Security - (em português: Segurança da Camada de Transporte) e o seu predecessor, Secure Sockets Layer - SSL (em português: Protocolo de Camada de Sockets Segura).

São protocolos criptográficos que conferem segurança de comunicação na Internet para serviços como email (SMTP), navegação por páginas (HTTP) e outros tipos de transferência de dados. 

O protocolo SSL provê a privacidade e a integridade de dados entre duas aplicações que comuniquem pela Internet. Isto ocorre através da autenticação das partes envolvidas e da cifra dos dados transmitidos entre as partes. Esse protocolo ajuda a prevenir que intermediários entre as duas pontas da comunicação tenham acesso indevido ou falsifiquem os dados transmitidos.

É o certificado digital utilizado por sites que exibem selos de sites seguros, o cadeadinho na barra inferior do seu navegador.

O site WikiLeaks foi lançado em Dezembro de 2006 e, em meados de Novembro de 2007, já continha 1,2 milhões de documentos. 
No site, a organização informa ter sido fundada por dissidentes chineses, jornalistas, matemáticos e tecnólogos dos Estados Unidos, Taiwan, Europa, Austrália e África do Sul. 

Julian Paul Assange
Seu diretor é o australiano Julian Assange, jornalista e ciberativista.

WikiLeaks recebeu vários prêmios para novas mídias, incluindo o New Media Award 2008 da revista The Economist.

Em junho de 2009, a WikiLeaks e Julian Assange ganharam o Media Award 2009 (categoria "New Media") da Anistia Internacional, pela publicação de Kenya: The Cry of Blood - Extra Judicial Killings and Disappearances, em 2008 um relatório da Comissão Nacional Queniana de Direitos Humanos sobre a política de extermínio no Quênia. Em maio de 2010, WikiLeaks foi referido como o número 1 entre os "websites que poderiam mudar completamente o formato atual das notícias".

Em abril de 2010, WikiLeaks postou, no website Collateral murder, um vídeo feito em 12 de julho de 2007, que mostrava civis iraquianos sendo mortos durante um ataque aéreo das forças militares dos Estados Unidos.

Em julho do mesmo ano, a organização ganhou maior visibilidade mundial, ao divulgar o Afghan War Diary, uma compilação de mais de 76.900 documentos secretos do governo americano sobre a Guerra do Afeganistão.

No mês de outubro, em articulação com grandes organizações da mídia, WikiLeaks publicou um pacote com quase 400.000 documentos secretos, denominado Iraq War Logs, reportanto torturas de prisioneiros e ataques a civis pelos norte-americanos e seus aliandos, na Guerra do Iraque.

Em 28 de novembro, publicou uma série de telegramas secretos de embaixadas e do Governo estadunidense.

Dois dias depois, em 30 de novembro, a pedido da justiça da Suécia, a Interpol distribuiu em 188 países, uma notificação vermelha, ou seja, um chamado àqueles que souberem do paradeiro de Julian Assange, para que entrem em contato com a polícia - o que equivale aproximadamente a uma ordem internacional de prisão. Isto porque, em agosto, duas mulheres suecas denunciaram Assange por violência sexual.

Em 1º de dezembro, WikiLeaks anunciou que a Amazon.com o expulsara dos seus servidores, onde estava hospedado desde que começaram os ataques contra seu hospedeiro sueco, Bahnhof, em 28 de novembro, o que tornou o acesso instável. 

Kevin Mitnick

Segundo Kevin Mitnick, considerado o mais famoso Hacker do mundo: "Roubar dados é muito mais fácil do que protegê-los".


O WikiLeaks e Julian Assange  estão apontando o quanto as empresas e autoridades governamentais do mundo todo não tratam suas informações sensíveis como deveriam.

A Tecnologia para evitar ou pelo menos reduzir os riscos de vazamento de informações existe! Cabe à autoridades entender os riscos a que estão expostos e aplicar a tecnologia.

A Certificação Digital e a tecnologia que evitaria o vazamento de muitas das informações divulgadas, principalmente as que foram capturadas através de e-mails entre empresas, organizações governamentais ou profissionais de comunição e jornalismo.

No controle de acesso aos arquivos eletrôinicos e físicos deveria ser aplicada a combinação de certificados digitais, certificados de atributo e o time stamp. Winlogon com certificação digital e não senhas e identificação biométrica. 

A Biometria sozinha não garante nada porque seu “segredo” é compartilhado em um servidor para ser checado no momento  do acesso. Digitais humanas são facilmente reproduzidas com a ajuda de um simples silicone. Salvo se utilizados leitores ultra sofisticados o silicone não funciona, pois são consideradas correntes sanguíneas etc ou se as digitais forem gravadas em mídia criptográficas (Met-on-Card) como esta previsto, por exemplo, no projteo brasileiro do  RIC - Registro de Identificação Civil .

No caso do controle de acesso ser feito através de senhas, é brincadeira, não vale nem comentar. 

Se fzermos uma analogia entre as senhas de acesso com a história do chapeuzinho vermelho, a senha é a casinha de palha. Se desfaz num sopro.

O controle de acesso com certificados digitais permite trilha de auditoria com logs de acesso aos arquivos confidenciais, transferência para mídias e impressão em papel. Até mesmo faz o controle dos acessos à ambientes físicos.

A comunicação interna nessas organizações e entre Governos de Estado deveriam ser resguardadas por certificados de assinatura, certificados de atributo e certificados de sigilo. E a tempestividade  da ação deveria ser conferida pelo uso do carimbo de tempo, o time stamp.

Não tenho a pretensão de resolver a questão da segurança internacional e existem inúmeros outros recursos  e aspectos técnicos que não  domino e não citei neste artigo. Quero apenas alertar para o fato de que a tecnologia já existe e está disponível para empresas, indústrias e organizações governamentais agregarem mais segurança a troca e guarda de suas informações.

WikiLeaks nesse episódio veio expor a ferida da sociedade eletrônica e das organizações com o "descompromisso" com a proteção e troca de dados sensíveis. 

É claro que em muitos casos os documentos divulgados são antigos e foram “coletados” numa época em que não existiam recursos tecnológicos dos quais estamos falando. Também alguns vídeos publicados que não faziam parte de nenhum acervo governamental. 

Mas fato é que a entrega desses materiais é feita diretamente aos servidores protegidos da WikiLeaks ou via colaboradores que transmitem aos servidores  utilizando justamente a proteção  da tecnologia de criptografia que os detentores das informações deveriam utilizar.

Não faço aqui apologia ao crime, mas é um tanto ridículo as autoridades mundiais e a mídia internacional tentarem jogar a opinião pública contra Julian Assange por conta do crime de violência sexual supostamente praticado por ele.

Pelo amor de Deus, o cara é um gênio. Se é do bem ou do mau, não cabe a mim julgar, porém as atenções da mídia e da opinião pública deveriam se voltar para a questão da troca e a guarda das informações "Top Secret" e a  responsabilidade da publicação de documentos e vídeos não autorizados por parte da  Winkileaks.

Próximo alvo anunciado: EMPRESAS, começando por grande banco americano, cujos memorandos internos supostamente mostrariam algum tipo de negócio escuso.


Regina Tupinambá

Este Blog publica matérias e artigos extraídos da mídia que expressam a opinião dos respectivos autores e artigos escritos por mim que expressam, exclusivamente, minha opinião pessoal sem vínculo a nenhuma organização.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Que Hacker resiste a tanta facilidade?

Não podemos nos deixar levar pelo sentimento de que estamos 100% protegidos e que espionagem industrial só acontece em filmes de ação.

Crackers roubam informações, terceiros utilizam-se delas estrategicamente e, na maioria das vezes, a vítima sequer suspeita desse roubo. São bens intangíveis. Muito valiosos, mas intangíveis.



Kevin Mitnick
Segundo Kevin Mitnick, considerado o mais famoso Hacker do mundo:

"Roubar dados é muito mais fácil do que protegê-los."

Algumas oportunidades são irresistíveis às ações criminosas como as redes corporativas com controle de acesso através de senhas fracas, trocas de e-mails com informações sensíveis sem assinatura digital e sigilo (criptografia), máquinas com acessos disponíveis e notebooks vulneráveis a roubos.

Contudo, hoje já é possível protegê-las sem complicações, com agilidade e com pouco investimento.

Existem soluções disponíveis no mercado para uso corporativo com certificados digitais para controle de acesso, troca de informações, criptografia de máquinas etc.. Se seu gerente de TI ainda não lhe apresentou essas soluções, vale a pena uma pesquisa.

Regina Tupinambá
Especialista em Certificação Digital

Li (dia 23/08/2010) um artigo escrito por Marcus Moraes da Arcon que completa meu pensamento.
Abaixo a transquição da matéria.

Document Management 23/08/2010
Autor: Marcus Moraes, vice-presidente da Arcon, empresa de serviços gerenciados de segurança.



Quanto vale a informação da sua empresa?
Especialista fala sobre os principais elementos para segurança da informação.

As informações sempre foram bens preciosos para as empresas, governos e instituições. Mas nas últimas décadas, com a informatização de todas as áreas das companhias, as informações saíram dos livros fiscais, dos registros e contratos em papel para assumirem a forma de dados – e, muitas vezes, trafegarem pela internet. Casos de vazamento de informações não param de chegar ao noticiário.

Dois recentes casos ganharam destaque no Brasil e no mundo. O vazamento das informações pessoais dos candidatos que participaram do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) nos últimos três anos e de milhares de documentos do Exército Americano arquivados sobre a guerra do Afeganistão. Mas esses não são casos isolados. Se olharmos para o mundo corporativo, o vazamento de informações é mais comum do que podemos pensar. Segundo pesquisa do Gartner, em 2010, entre 80% e 90% dos vazamentos de informações delicadas serão não-intencionais, acidentais ou resultantes de processos empresariais ruins.

Uma pesquisa do Ponemon Institute – realizada em 45 empresas dos Estados Unidos que perderam dados em 2009 – mostrou que cada registro de informação perdida teve custo médio de U$S 6,7 milhões de dólares. A pesquisa revela ainda que as violações de dados atingiu US$ 204 dólares por registro perdido ou roubado em 2009. O valor aumentou US$ 2 dólares em relação a 2008, mas uma comparação com os últimos cinco anos mostra um crescimento de US$ 138 dólares. A mesma Ponemon diz que 59% dos dados corporativos foram desviados por ex-funcionários das empresas.

Esses números e fatos tiram o sono dos executivos que fazem cada vez mais investimentos em segurança da informação. Mas será que os CEOs e CIOs estão no caminho certo? Se muitos dos seus dados já estão soltos na internet, o que o leva a crer que uma solução caseira e interna seja a opção mais adequada? E o custo para gerenciar, atualizar, manter ativos todos esses sistemas de segurança e manter atualizada toda a equipe de TI em relação a todas as novas pragas virtuais?

O caminho mais seguro e curto, e que se mostra uma tendência de mercado, são os serviços Gerenciados contra Vazamento de Informações. Com eles, é possível tratar o ambiente corporativo das empresas para que se consiga garantir a manipulação correta dos dados (em dispositivos móveis) e evitar que determinados funcionários tenham acesso indevido a dados sensíveis.

Além de garantir mais segurança para as informações das empresas, os serviços gerenciados também representam uma economia de custo. Uma empresa com cerca de 1.000 estações de trabalho/servidores, por exemplo, chega a reduzir seus custos com segurança contra vazamento de informações em até 30% optando pelos serviços gerenciados em detrimento da solução caseira.

A garantia de segurança é o grande fator motivacional para os novos clientes. Isso porque qualquer nível de investimento será alto se não resultar em aumento efetivo da segurança. E a segurança afeta cada vez mais os negócios. Esse crescimento no custo da perda de negócios demonstra que os clientes estão levando mais a sério quando o assunto é credibilidade sobre a privacidade de seus dados e segurança contra crackers, ex-funcionários e até mesmo criminosos.

Fonte: document management 23/08/2010
Marcus Moraes, vice-presidente da Arcon, empresa de serviços gerenciados de segurança