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Conteúdo

O objetivo desse Blog é apresentar essa fantástica e importante tecnologia, de forma simples, para que pessoas que não dominam aspectos técnicos também possam acompanhar a evolução da adoção da Certificação Digital e o universo que gira ao seu redor:

Certificado Digital para Assinatura e Sigilo, Certificado de Atributo, Carimbo do Tempo, Documentos Eletrônicos, Processos Eletrônicos, Nota Fical Eletrônica, TV Digital, Smart Card, Token, Assinador de Documento, Gerenciador de Identidades etc..

Este Blog publica matérias e artigos extraídos da mídia que expressam a opinião dos respectivos autores e artigos escritos por mim que expressam, exclusivamente, minha opinião pessoal sem vínculo a nenhuma organização.

Matérias organizadas por data de publicação

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

#Hackers revelam as 8 falhas de segurança mais graves do ano

A conferência Def Con, focada em segurança computacional, começou ontem nos Estados Unidos e reúne hackers e fabricantes de antivírus.

Nesta sexta-feira, os participantes do evento divulgaram uma lista com as 8 falhas de segurança consideradas por eles as mais graves de 2014.

1) Bad USB

Uma vulnerabilidade na forma como os drives USB são lidos pelo computador faz com que os dispositivos estejam propensos a um tipo de infecção praticamente indetectável. Como o antivírus só escaneia os arquivos de um pendrive, em busca de vírus, e não chega a analisar o firmware, isso torna a mídia suscetível a uma modificação no firmware que poderia causar infecções no computador, sem ser descoberto. Por enquanto, não foram registrados ataques do tipo.

2) Ataque aéreo

Um pesquisador de segurança chamado Ruben Santamarta descobriu uma forma de hackear os sistemas de comunicação Wi-Fi de aviões, o que poderia entregar a um usuário comum o controle de funções da navegação e segurança das aeronaves. Os fabricantes do equipamento de segurança das areonaves disseram que os possíveis danos de um ataque como esse são mínimos, mas buscam soluções para a resolução dos problemas.

3) Tor não é infalível

Alexander Volynkin, pesquisador da Carnegie Mellon, prometeu mostrar na conferência Black Hat como quebrar o sistema de anonimidade fornecido pelo navegador TOR. No entanto, a pedido da própria Universidade, Volynkin não fez a apresentação, pois o conselho legal da instituição entendeu que parte da palestra deveria ser censurada. Ainda não se sabe, portanto, qual o método para derrubar o TOR, mas acredita-se que a plataforma não seja infalível.


4) Falhas de segurança em produtos Symantec

O desenvolvedor Mati Aharoni descobriu uma vulnerabilidade no produto "Symantec Endpoint Protection", que poderia, caso explorada, acessar o computador de um usuário através do mesmo programa que tentaria protegê-lo. A falha, porém, já foi consertada.

5) Roteadores com configurações padrão

Segundo o chefe de segurança da In-Q-Tel, Dan Geer, uma mistura de roteadores antigos com vulnerabilidades e unidades que ainda operam com a senha padrão de fábrica transforma os aparelhos em uma das maiores vulnerabilidades da atualidade. A dica é: mantenha-os com senhas fortes e os firmwares sempre atualizados.


6) NAS não são seguros

Um tipo de drive externo específico para ser utilizado em redes locais, os NAS (Network Attached Storage) são úteis para armazenamento compartilhado, mas,de acordo com o analista de segurança Jacob Holcomb, após um teste com 50 modelos diferentes, nenhum deles possuía segurança suficiente que não fosse burlada. O teste foi feito em 2013 e os resultados, demonstrados em uma palestra neste ano.

7) Softwares de operadoras de telefonia

Entre 70% e 90% dos smartphones do mundo vêm com algum tipo de software instalado para gerenciar a capacidade do sinal da rede. Este tipo de software, que já vem instalado diretamente pelas operadoras, tem falhas que podem permitir a pessoas mal-intencionadas rodar códigos remotamente no smartphone sem a permissão do usuário.

8) Internet das coisas é facilmente hackeável

Jesus Molina, consultor de segurança computacional, demonstrou como hackear um app que controlava luzes e a temperatura do quarto de um hotel cinco estrelas na China. A façanha se deu graças à engenharia reversa, permitindo que ele controlasse todas as luzes do local, cortinas e aparelhos de som em todos os quartos. Como o aplicativo funcionava com conexão à internet, o método poderia ser utilizado de qualquer lugar do mundo.

Via: PC W

Google dá mais relevância aos sites que usam criptografia


A nova tese de rankeamento do Google sobre criptografia beneficiará diretamente os usuários da rede.

Já falei sobre isso várias vezes aqui no Blog: É inacreditável que o pipoqueiro para vender suas pipocas na esquina precise de uma licença e ainda por cima, precisa exibi-la  aos seus clientes e na internet vende-se de tudo e os sites não precisam exibir nenhuma credencial. Também não precisam ter criptografia. Ninguém regula isso!

As empresas gastam fortunas em campanhas de Ad words e economizam com a criptografia que protegeriam os dados de seus clientes, leitores ou usuários de serviços.

Discordo da matéria abaixo quanto cita que para empresas pequenas é mais fácil a aquisição do certificado digital SSL para proteger seus dados. Segundo a matéria, é por que as empresas de grande porte tem muitos servidores para proteger.

Primeiro que o custo unitário do certificado digital cai, e muito, na compra em volume.  Segundo que tudo é proporcional ao porte da empresa.

Vamos fazer uma comparação? Um pequeno estabelecimento gasta com fechaduras muito menos que uma empresa que possui um prédio inteiro. Isso é óbvio e nesse caso nem se precissa completar o raciocínio.

Todo investimento deve ser proporcional ao volume da operação financeira de cada empresa na internet.  E as empresas economizam em investimentos que não são percebidos por seus consumidores.

Pois bem, vamos ver agora se continuarão economizando com a criptografia e gastarão mais em suas campanhas online!

O próximo passo seria criar um mecanismo para a criptografia nos servidores internos. Aqueles que não serão rastreados pelo Google.

Leia a matéria publicada na Computerwords.

Google reduz rankeamento de sites 
que não usam criptografia

Objetivo da medida é promover melhores práticas de segurança em toda a Web

Sites que não criptografam as conexões com os seus visitantes podem obter uma classificação mais baixa no motor de busca do Google. A medida visa promover melhores práticas de segurança online.

O movimento do Google foi concebido para estimular os programadores a implantarem o protocolo TLS (Transport Layer Security), que usa um certificado digital para criptografar o tráfego ‒ representado pela figura de um cadeado na maioria dos browsers e as letras "https” no início das URLs (endereços).

São muitos os atributos usados pelo Google para fazer com que um site seja melhor posicionado que outro nos resultados de busca. Ter conteúdo exclusivo, ter destaque nas redes sociais, backlinks, etc...

A empresa acrescentou o uso de https nesses atributos, embora se aplique a cerca de 1% das consultas hoje, ressaltam Zineb Ait Bahajji e Gary Illyes, analistas de tráfego da Google.

A segurança de um website terá menos peso na classificação em comparação a outros fatores como conteúdo de alta qualidade, mas sua importância pode aumentar com o tempo, segundo o Google. "Esperamos ver mais websites usando HTTPS no futuro", disseram os analistas do Google.

Todos os sites mais respeitáveis ​​usam a criptografia quando uma pessoa envia os seus elementos de autenticação, mas alguns não o fazem. Isso significa que o conteúdo é suscetível a um ataque de intercepção (“man-in-the-middle”). O conteúdo que não é criptografado pode ser lido facilmente.

Mas embora a implantação do "https" seja bastante simples para pequenos sites, pode ser complexo para as grandes organizações, com muitos servidores que precisam lidar com desafios como o aumento da latência, problemas de suporte com as redes de distribuição de conteúdo e questões de escala.

A LinkedIn, por exemplo, disse em junho que ainda estava atualizando toda a sua rede para uso de https após a empresa de segurança Zimperium descobrir ser possível sequestrar as conta de usuários do serviço, em alguns casos. O mesmo problema foi detectado no Instagram. O serviços faz pedidos não criptografados para algumas partes de sua rede, o que poderia permitir a um hacker na mesma rede WiFi roubar um "cookie de sessão".

BYOD e apps: qual é a chave da segurança?



As áreas de Tecnologia da Informação registram, hoje, um gasto médio de US$ 157 por dispositivo por funcionário. A expectativa é que esse custo atinja US$ 242 nos próximos dois anos — um aumento de 54%, revela um estudo global da CIO Strategic Marketing Services, feito com 414 executivos de TI.

O levantamento aponta que a segurança segue sendo a principal preocupação na hora de adotar o modelo BYOD (bring your own device, ou traga seu próprio dispositivo). Entre os entrevistados, 93% citaram a perda de dados e outras brechas de segurança relacionadas a dispositivos móveis, sendo o BYOD um elemento-chave dessa preocupação.

De acordo ainda com a pesquisa, nos próximos dois anos, as empresas vão priorizar a criptografia de dados de dispositivos (10% a mais do que atualmente), na centralização das atualizações e solução de falhas (11% mais), na limpeza remota dos dados (11% mais) e no bloqueio de recursos (18% mais).
Os gestores de TI revelam ainda que 70% do tempo é gasto na integração, segurança, testes de garantia de qualidade e trabalho de design. Aponta ainda que 44% assumem que o portfólio de aplicativos é desenvolvido internamente.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Certificação digital na rotina do empresário

As micro e pequenas empresas já começam a se atentar aos benefícios da certificação digital que, inserida em suas rotinas, pode identificar o autor de uma atividade e garantir a integridade da informação, adicionando validade jurídica e eliminando a necessidade de várias etapas em um processo único.
No rastro desta grande vantagem, a certificação digital permite a desmaterialização de processos com segurança e sustentabilidade, através da substituição de procedimentos manuais e emissão de documentos físicos por arquivos eletrônicos assinados digitalmente. Por não gerar documentos em papel, eliminado a necessidade de seu manuseio e a alocação de espaço físico para armazenagem, a desmaterialização gera uma sensível economia para as empresas. “Com a certificação digital, estes gastos e perda de tempo não existem, porque você cria, assina e armazena no meio digital”, afirma o diretor de tecnologia da Certisign, Maurício Balassiano.
Se as vantagens da desmaterialização de processos são nítidas, inclusive por não causar danos ao meio ambiente, o que fazer com o antigo arquivo de documentos físicos? Desde que ainda se preserve os originais e seguindo os processos homologados pelo órgão regulador, esses documentos podem ser digitalizados e armazenados eletronicamente, também com validade jurídica. “Estamos falando de maior produtividade, de eficiência na gestão de documentos, porque podem ser realizadas por meio de sistemas baseados em web e que não exigem a presença física do signatário. Isso significa mais segurança”, complementa o especialista.
Menos crédito e mais inadimplência - Segundo dados do Banco Central do Brasil, entre março e maio deste ano, os bancos deixaram de transformar em crédito pouco mais de R$ 13 bilhões, preferindo a remuneração do depósito compulsório, que paga a Selic, do que correr risco de inadimplência dos consumidores. Na prática, desde o ano passado, as instituições bancárias já estão mais restritivas na concessão de crédito, e esse aumento no volume de depósitos compulsórios, que é uma ferramenta monetária para controle da quantidade de dinheiro em circulação no País, acaba levando a uma menor disponibilidade de recursos para empréstimos e financiamentos.
De fato, este fenômeno vem sendo constatado nas últimas rodadas do Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria de São Paulo, encomendada pelo Simpi ao Instituto DataFolha, indicando que muitos empresários do setor estão sofrendo com a falta de recursos para capital de giro e investimento. Além disso, a pesquisa também mostrou um cenário de alta na inadimplência, o maior desde quando o estudo foi lançado.
Embora haja sinais de otimismo entre os micro e pequenos empreendedores industriais paulistas para o segundo semestre deste ano, segundo a mesma pesquisa Simpi, dificilmente, no curto prazo, teremos ajustes significativos na política econômica que possam dar alguma perspectiva de crescimento ao setor privado, cenário este que ratifica o pessimismo atualmente dominante entre os economistas. 
Fonte: http://www.dgabc.com.br

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Hackers russos roubam mais de um bilhão de senhas


Internet

Hackers russos roubam mais de um bilhão de senhas

Grupo acumulou 1,2 bilhão de combinações de nomes de usuário e senhas de internet e 500 milhões de endereços de e-mails. Empresa de segurança que descobriu o roubo não vê ligação do caso com o governo da Rússia

Ação partiu de cidade na região central da Rússia
Ação partiu de cidade na região central da Rússia (Thinkstock/VEJA)
Hackers russos acumularam o maior número de dados confidenciais de internet de que se tem notícia, ao roubar 1,2 bilhão de combinações de nomes de usuário e senhas e mais de 500 milhões de endereços de e-mails. Segundo o jornal The New York Times, trata-se do maior ação desse tipo já registrada. O grupo atua desde 2011, mas acelerou a coleta a partir de abril deste ano. 
Os registros incluem ainda dados confidenciais de 420.000 sites. O roubo foi descoberto por uma empresa de segurança da cidade de Milwaukee, nos Estados Unidos, que não divulgou o nome das vítimas. “Os hackers não tiveram como alvo apenas companhias americanas. Eles atacaram qualquer site ao qual podiam ter acesso, desde empresas que fazem parte da lista da Fortune até outros muito pequenos”, afirmou o chefe de informação da Hold Security, Alex Holden. “Muitas destas páginas ainda estão vulneráveis”, acrescentou.
Um especialista em crime cibernético consultado pelo NYT afirmou que algumas grandes empresas sabiam que seus dados haviam sido roubados. O caso aumenta a sensação de que manter informações confidenciais longe do alcance de hackers é cada vez mais uma tarefa difícil. Em dezembro, 40 milhões de números de cartões de crédito e 70 milhões de endereços, números de telefone e outras informações pessoais foram roubados do sistema de computadores de uma empresa americana por gangues do leste europeu.
Sites russos também foram hackeados pelo grupo, e, por isso, Holden disse não enxergar ligação com o governo russo, que enfrenta atritos com o Ocidente devido principalmente à crise na Ucrânia
O grupo está baseado em uma pequena cidade perto da fronteira com Cazaquistão e a Mongólia, e inclui menos de uma dúzia de jovens na faixa dos 20 anos de idade. "Há uma divisão de trabalho na gangue", disse Holden. "Alguns estão desenvolvendo o programa, outros estão roubando os dados. É uma pequena empresa: todo mundo está tentando ganhar a vida."
Segundo o jornal, os hackers ainda não comercializaram muitos desses registros. Até o momento, eles parecem estar preferindo usar as informações para enviar spans por meio de redes sociais como Twitter, a pedido de outros grupos, e cobrando valores pela tarefa.

Como outras consultorias de segurança cibernética, a Hold Security tem contatos entre hackers e estava monitorando e entrando em contato com o grupo da Rússia há algum tempo.
Fonte: http://veja.abril.com.br

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Certificação digital para acesso ao Sistema DOF é obrigatória


Instrução normativa
Norma em vigor a partir desta segunda (4) busca maior segurança eletrônica na emissão de Documentos de Origem Florestal

Começa a vigorar nesta segunda-feira (4) a obrigatoriedade de uso da certificação digital para acesso ao Sistema Documento de Origem Florestal (DOF) a todos os usuários, tanto pessoa física como pessoa jurídica (Instrução Normativa Ibama nº 10, de 25.06.2014).

A nova norma estabelece a obrigatoriedade da certificação digital para os empresários individuais ou da sociedade em comum que não possuam inscrição no CNPJ, nos termos da legislação civil e tributária.

Para os usuários do sistema DOF, o Certificado Digital é uma credencial que atesta a identidade de uma pessoa física ou jurídica com objetivo principal de garantir que as transações eletrônicas dos produtos e subprodutos florestais sejam efetuadas com segurança, mantendo-se a integridade e a confidencialidade dos documentos e dados da transação e reduzindo-se os riscos de furtos de senha e movimentações fraudulentas de créditos florestais.

Até que se inicie a obrigatoriedade, os usuários que quiserem usufruir da segurança conferida pela certificação digital já podem aderir a essa modalidade de acesso ao DOF de forma facultativa. Para obter o certificado digital, o usuário deverá escolher uma Autoridade Certificadora (AC), da qual poderá adquirir o dispositivo criptográfico (token), e proceder à habilitação de seu certificado.

Informações adicionais de como obter o certificado digital podem ser obtidas no site do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Para mais informações de como acessar o Sistema DOF com a certificação digital, acesse o manual de certificação digital neste link.

Sobre o DOF

O Documento de Origem Florestal, instituído pela Portaria n° 253 de 18 de agosto de 2006 do Ministério do Meio Ambiente (MMA) representa a licença obrigatória para o controle do transporte de produto e subproduto florestal de origem nativa, inclusive o carvão vegetal nativo, em substituição à Autorização de Transporte de Produtos Florestais (ATPF).

O DOF acompanhará, obrigatoriamente, o produto ou subproduto florestal nativo, da origem ao destino nele consignado, por meio de transporte individual: rodoviário, aéreo, ferroviário, fluvial ou marítimo.

Para utilização desse documento, foi disponibilizado pelo Ibama o sistema DOF. O acesso a esse serviço será feito pela pessoa física ou jurídica cadastrada e em regularidade no Cadastro Técnico Federal.

As empresas de construção civil que utilizam madeira de origem nativa em suas obras são obrigadas a ter registro no cadastro técnico federal. 

Tais empresas deverão fazer uso do sistema DOF para receber ofertas de madeira (mediante aceite da oferta do fornecedor), bem como manter o saldo de produtos/subprodutos florestais em pátio (canteiro de obras) atualizado. 

Fonte:
Ibama
por Portal BrasilPublicado: 04/08/2014 18:23

quinta-feira, 31 de julho de 2014

"A criptografia é a parte fácil. Difícil é desenvolver um produto que as pessoas realmente vão usar "


The encrypted calling app Signal. The two seemingly random words beneath the contact’s name are meant to be read out at the beginning of a conversation to make sure no man-in-the-middle snoop has eavesdropped on the call. WIRED

If you’re making a phone call with your iPhone, you used to have two options: Accept the notion that any wiretapper, hacker or spook can listen in on your conversations, or pay for pricey voice encryption software.

As of today there’s a third option: The open source software group known as Open Whisper Systems has announced the release of Signal, the first iOS app designed to enable easy, strongly encrypted voice calls for free. “We’re trying to make private communications as available and accessible as any normal phone call,” says Moxie Marlinspike, the hacker security researcher who founded the nonprofit software group. Later this summer, he adds, encrypted text messaging will be integrated into Signal, too, to create what he describes as a “single, unified app for free, easy, open source, private voice and text messaging.”

Signal encrypts calls with a well-tested protocol known as ZRTP and AES 128 encryption, in theory strong enough to withstand all known practical attacks by anyone from script-kiddy hackers to the NSA. But WIRED’s test calls with an early version of the app, after a few false-starts due to bugs that Marlinspike says have now been ironed out, were indistinguishable from any other phone call. The only sign users have that their voice has been encrypted is a pair of words that appear on the screen. Those two terms are meant to be read aloud to the person on the other end of the call as a form of authentication. If they match, a user can be sure he or she is speaking with the intended contact, with no man-in-the-middle eavesdropping on the conversation and sneakily decrypting and then re-encrypting the voice data.

Like any new and relatively untested crypto app, users shouldn’t entirely trust Signal’s security until other researchers have had a chance to examine it. Marlinspike admits “there are always unknowns,” such as vulnerabilities in the software of the iPhone that could allow snooping. But in terms of preventing an eavesdropper on the phone’s network from intercepting calls, Signal’s security protections are “probably pretty great,” he says.

After all, the technology behind Signal isn’t exactly new. Marlinspike first took on the problem of smartphone voice encryption four years ago with Redphone, an Android app designed to foil all wiretaps. Signal and Redphone both use an encryption protocol called ZRTP, invented by Philip Zimmermann, the creator of the iconic crypto software PGP.

Zimmermann has developed his own iPhone implementation of ZRTP for his startup Silent Circle, which sells an iPhone and Android app that enables encrypted calls and instant messaging. But unlike Open Whisper Systems, Silent Circles charges its mostly corporate users $20 a month to use its closed-source privacy app. Signal offers the same services gratis, making it the first free encryption app of its kind for iOS.

Since Silent Circle users are limited to calling only contacts with the same paid software installed, its practicality for non-business users has been limited. Though Signal and Redphone users similarly can’t make encrypted calls to users without Open Whisper Systems apps installed, they can make secure calls from one app to the other, a feature that will make both Android and iOS-encrypted calling apps vastly more practical. Marlinspike notes that journalists hoping to communicate privately with a source, for instance, would have a difficult time convincing them to shell out for an expensive subscription app. “If you want the ability to, in principle, call anyone securely, it really has to be free,” says Christine Corbett Moran, one of the lead volunteer coders on Signal.

Instead of taking the for-profit startup route, Open Whisper Systems will instead by funded by a combination of donations and government grants. Marlinspike says the project has received money from the free-software-focused Shuttleworth Foundation and the Open Technology Fund, a U.S. government program that has also funded other privacy projects like the anonymity software Tor and the encrypted instant messaging website Cryptocat.

That government funding is ironic given the last year’s boost in encryption interest from the Snowden Effect: Open Whisper Systems argues, like other encryption projects, that the eavesdropping countermeasures Signal and its Android counterpart provide are more important than ever in the wake of Snowden’s year of revelations of blanket spying by the NSA. “When I call the United States I’m hearing more and more self-censorship—relatives in the U.S. saying, ‘I’d rather talk about this in person,’” says Moran, who is pursuing a PhD in Astrophysics at the University of Zurich. “That’s not a climate anyone should have to live in.”

Open Whisper Systems’ founder Marlinspike has been a fixture of the security and cryptography community for years, demonstrating groundbreaking hacks like ones that revealed vulnerabilities in the Web encryption SSL and Microsoft’s widely used VPN encryption MS-CHAPv2. He co-founded the San Francisco-based startup Whisper Systems in 2010 with the intention of hardening the security of Google’s Android and providing tools for encrypted communications. But that work took a hiatus when Whisper Systems was acquired by Twitter in late 2011.

While Marlinspike worked a stint as a Twitter security engineer, however, Whisper’s apps were open-sourced and increasingly adopted around the world. Today, he says Redphone and Whisper’s encrypted text messaging app for Android called Textsecure have been installed on hundreds of thousands of phones, the majority of which are outside the United States. Users in China, Iran, and the Middle East have adopted the services to evade their intrusive governments’ surveillance techniques. The apps got another boost when Whatsapp, which has an especially large user-base in Europe, was acquired by Facebook, spooking many of its privacy-conscious users. “For people around the world, providing credible alternatives to not be spied on by their governments is very important for freedom,” says Moran.

Whisper’s iOS app is intended to be equally global. The group has set up dozens of servers to handle the encrypted calls in more than 10 countries around the world to minimize latency.

In fact, Marlinspike says that call quality and ease of use are two of the top priorities for Open Whisper Systems: Clunky encryption programs like PGP, no matter how secure they may be, don’t get used. “In many ways the crypto is the easy part,” he says. “The hard part is developing a product that people are actually going to use and want to use. That’s where most of our effort goes.”

As Moran says, the best encrypted app is one where the security is nearly invisible. “You don’t want to have to think about whether to use cryptography,” she says. “You just pick up the 

phon.


Você sabe o que é a deep web? O lado sombrio da internet

Conheça o lado sombrio da internet. 

Tudo lá é criptografado e preserva a identidade de quem navega e de quem publica.


Assista o Vídeo do Olhar Digital. 

Um lugar conhecido por poucos. Um espaço onde transitam grupos como Anonymous e onde informações como as do Wikileaks são coletadas. A internet como todos conhecem é apenas parte do espaço virtual. Para além dela existe uma outra, conhecida como deep web – ou web profunda. Numa reportagem especial, nossa equipe mergulhou nesse universo paralelo, em que não há regras, e os perigos são muitos.

O primeiro choque com a deep web é em relação ao tamanho deste lado escuro da internet. Um iceberg, um destes blocos gigantes de gelo que vagam pelo oceano. A parte visível, que fica acima da superfície da água seria o correspondente à nossa internet cotidiana, como conhecemos hoje. Os outros 90% submersos escondidos ali representariam a proporção desta parte da rede.

Para quem nunca ouviu falar no assunto, a principal diferença entre a nossa internet e a deep web é que neste lado escondido da rede, nada é indexado. Nada é rastreado. Todo o tráfego do dados é criptografado, o que significa privacidade e anonimato, o que pode ser bom e ruim ao mesmo tempo.

"A deep web se diferencia muito da rede normal, porque é tudo criptografado", conta Jaime Orts Y Lugo, especialista em segurança. Ele explica que diferentemente da web tradicional, neste pedaço da web, a informação passa por vários pontos, recebendo uma criptografia em cada um.

Na web normal, tudo que fazemos para chegar a qualquer destino pode ser facilmente rastreado.Ou seja, privacidade é ilusão. Mais que isso: mecanismos inteligentes identificam o que fazemos o tempo todo na rede para, logo em seguida, oferecer publicidade dirigida e relacionada ao nosso gosto pessoal. E muita gente acaba usando a deep web simplesmente por não estar de acordo com esta regra imposta por gigantes como o Google.

"Eu diria que há o respeito à privacidade na parte de baixo [da internet]. Eu não quero ter uma máquina cheia de cookies. Eu não quero que as pessoas saibam o que eu estou comprando, o que eu gostaria de comprar, nem quero ser bombardeado com oportunidades de compra só por estar fazendo uma busca", diz Lugo. 

O especialista em segurança diz que a "parte de baixo do iceberg" existe por deficiências da parte superior e seu uso comercial excessivo. 

Por outro lado, uma infinidade de criminosos viu na deep web um prato cheio para praticar atos ilícitos e garantir o anonimato. Nossos repórteres mergulharam de cabeça no assunto e descobriram coisas bizarras e assustadoras.

"Tem coisas estranhíssimas que você nem imagina que haja quem possa gostar daquilo, principalmente relacionado a sexo", conta o repórter Leonardo Pereira. "Tudo que você imaginar de parafilia tem lá dentro", ele afirma, contando ainda que é comum se deparar com imagens que "você não gostaria de ver" ao navegar.

E realmente tem de tudo neste lado obscuro da internet: sites de pedofilia, turismo sexual e até assassinos de aluguel estampam a principal página de buscas da deep web.

Lugo, no entanto, vê uma paranoia muito grande sobre a deep web. "Eles preferem sempre falar da coisa ruim, que só tem droga, contrabando, armas... mas tem para quem? Para quem está procurando!", afirma. Ele admite que existe a possibilidade de acabar acessando sem querer uma destas páginas por inexperiência, mas lembra que "quem entra lá para procurar drogas, também pode ir à esquina para comprá-las."

O assunto é delicado e divide opiniões. As autoridades, claro, sabem que a deep web existe, mas como já foi dito não há nada que se possa fazer. É praticamente impossível identificar um acesso neste lado misterioso da rede. 

Entretanto, quem a usa para o bem não é conivente com toda esta ilegalidade. O grupo de hackers Anonymous, por exemplo, conseguiu detectar uma rede de pedofilia com 1,6 mil usuários na deep web e, depois de atacar o site virtualmente, entregou todos os envolvidos para a polícia.


"É uma forma de você combater o ponto e não acabar com tudo", afirma Jaime Orts Y Lugo. "Imagina se, em uma sala, uma pessoa está se comportando mal. Por causa dele, o resto vai sofrer as consequências?", exemplifica o especialista em segurança. Ele defende que sejam punidos apenas as pessoas causadoras de problemas.


Para acessar a deep web, é preciso ter um navegador específico chamado Tor (The Onion Router). Seu símbolo, uma cebola, remete às várias camadas que são necessárias atravessar para se chegar a um conteúdo específico.

"A primeira impressão é que se trata de um lugar bem difícil de se mexer e que você precisa de muita paciência, seja lá qual for o motivo pelo qual você está usando a deep web", conta o repórter Leonardo Pereira. "Nós conversamos com algumas pessoas e elas disseram que os vírus surgem lá. Eles são testados lá dentro. Então é preciso tomar cuidado, com um computador bem preparado e não pode sair clicando em tudo", ele explica.

Ou seja: para experimentar, tome esta série de medidas de proteção:

Tenha um bom antivírus instalado;
  • Use um firewall;
  • Patches de segurança de seu sistema operacional devem estar atualizados;
  • Prefira um modem 3G à rede de internet local para evitar uma invasão;
  • Procure algo interessante.

"Trazer alguma coisa do mundo de lá para o mundo de 'cá' é perigoso, sem dúvidas. Pode acontecer o mesmo que comigo: eu baixei um monte de coisas relacionadas à minha pesquisa e não era nada daquilo", diz Lugo, recomendando cautela.

A mesma postura é recomendada por Leonardo Pereira. "Na dúvida, não clique. É a principal dica", recomenda o repórter.

Nosso time do Olhar Digital está preparando uma série de reportagens sobre a deep web. Caso você tenha ficado curioso, confira os links logo abaixo do vídeo para ficar por dentro de tudo que cobrimos sobre este lado sombrio e misterioso da internet. 

Deixamos disponível também o link para baixar o Tor. Usando este navegador, mesmo na internet normal, você tem a garantia de que nenhum site nunca mais irá coletar suas informações enquanto navega. 

Se você quiser navegar pelas águas não mapeadas da deep web, siga nossos conselhos de segurança e, nunca é demais lembrar: tome cuidado e boa sorte. E se você já se aventurou neste mundo, compartilhe suas experiências nos comentários com outros leitores.

 Comunidade Olhar Digital!

Leia também: Privacidade, isso ainda existe?
Por: Demi Getschko* Houve um tempo em que a internet era considerada o livre mundo da anonimia, da invisibilidade na ação, do n.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Movimentações de empregados – CAGED


Portaria MTE 1.129/2014 






Aprova instruções para a prestação de informações pelo empregador, relativas a movimentações de empregados.

O Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição e tendo em vista o disposto no artigo 1º da lei nº 4.923, de 23 de dezembro de 1965 e no art. 24 da Lei nº 7.998, de 11 de janeiro 1990,

Resolve:

Art. 1º Aprovar instruções para a prestação de informações pelo empregador, relativas a movimentações de empregados, para fins do:

I - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED, instituído pela Lei nº 4.923, de 23 de dezembro de 1965;

II - Seguro-Desemprego, nos termos do art. 7º, inciso I, e art. 24 da lei nº 7.998, de 11 de janeiro de 1990.

Art. 2º O Aplicativo do CAGED Informatizado - ACI deve ser utilizado para gerar e ou analisar o arquivo do CAGED, pelas empresas nas quais tenha ocorrido movimentação de empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.

Clique aqui para continuar lendo.Fonte:
09:45
contabilidadenate
30/07 - Blog Guia Trabalhista